Reinaldo Gottino deu uma triste notícia no Cidade Alerta desta quarta-feira (30). O guarda civil metropolitano Francisco dos Santos Silva, de 55 anos, foi morto durante uma tentativa de assalto em Diadema, na Grande São Paulo. O crime aconteceu enquanto o agente estava de folga e foi abordado por três homens que estavam em duas motocicletas. Imagens de câmeras de segurança registraram parte da ação e devem auxiliar a polícia na identificação dos envolvidos.
Francisco percebeu a situação de risco depois de ser abordado pelos criminosos e tentou escapar. Segundo as informações levantadas até o momento, os assaltantes conseguiram alcançá-lo e efetuaram disparos. Durante a ocorrência, um dos criminosos ainda ordenou que o guarda fosse morto. “Vai irmão, mata ele!”, disse um dos envolvidos, conforme registrado pelas imagens.
Depois de atirarem contra Francisco, os criminosos levaram uma das armas que pertencia ao guarda. O agente foi socorrido e encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos provocados pelos disparos. A ocorrência passou a ser investigada pelas autoridades, que buscam esclarecer toda a dinâmica do crime e identificar a participação de cada um dos envolvidos.
Cidade Alerta exibiu imagens
“Um GCM estava de moto, foi fechado pelos criminosos, os bandidos desceram e mataram o GCM”, disse Gottino no Cidade Alerta. As imagens obtidas durante a investigação também ajudaram os policiais a descobrir que uma das motocicletas utilizadas pelos criminosos havia sido roubada alguns dias antes. A informação passou a integrar o trabalho de apuração, enquanto equipes policiais realizam diligências para localizar os suspeitos. Até o momento, os responsáveis pelo assassinato ainda não haviam sido identificados e presos.
Quem era o GCM morto em Diadema?
Francisco era natural de Poços de Pedras, no Maranhão, e trabalhava na Guarda Civil Metropolitana havia 23 anos. Ao longo desse período, construiu uma trajetória ligada ao serviço público e era conhecido por colegas e moradores da região. A morte do agente provocou comoção entre pessoas que conviviam com ele e também entre integrantes da corporação, que agora aguardam o avanço das investigações sobre o assassinato.
