A luta de Lito Sousa por acesso a um tratamento experimental contra a Doença de Creutzfeldt-Jakob ganhou o apoio de nomes conhecidos da televisão brasileira. Celso Portiolli, Eliana, Rafael Portugal e Isabella Fiorentino se manifestaram nas redes sociais para tentar chamar a atenção de instituições estrangeiras que estudam a doença.
Celso Portiolli compartilhou o vídeo em que Lito pede ajuda e marcou instituições internacionais. Na publicação, o apresentador destacou que a família busca com urgência uma possibilidade de participação em ensaios clínicos capazes de tentar conter a evolução da doença.
Eliana se mobiliza em prol de Lito Sousa
Eliana também entrou na mobilização. Ao marcar o perfil da Universidade de Harvard em uma publicação, a apresentadora escreveu uma mensagem pedindo que Lito tivesse a oportunidade de lutar contra a enfermidade. Outros artistas também divulgaram o apelo e ajudaram a ampliar a campanha nas redes sociais.
Doença diagnosticada em Lito Sousa
Lito foi diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição rara e de rápida progressão. Segundo a esposa, Mila Seidl, o influenciador já teve a mobilidade e a visão afetadas. A família corre contra o tempo porque alguns estudos possuem critérios específicos para a inclusão de pacientes.
Em um dos estudos procurados pela família, Mila explicou que Lito está próximo do limite necessário para ser considerado elegível. Ela afirmou que ele já atingiu 16 pontos em uma escala utilizada na avaliação, enquanto o estudo estabelece uma faixa específica para participação. A progressão da doença pode fazer com que ele deixe de atender aos critérios.
No domingo (23), Lito apareceu nas redes sociais pela primeira vez desde o diagnóstico. Deitado em uma cama de hospital e apresentando dificuldades de movimento e fala, ele fez um apelo para que pesquisadores e instituições avaliem seu caso e considerem a possibilidade de incluí-lo em algum tratamento experimental.
A esposa continua tentando contato com instituições internacionais e também pede apoio das autoridades brasileiras. Mila afirma que o objetivo é conseguir uma alternativa antes que o avanço da doença provoque novas perdas cognitivas. Enquanto isso, a mobilização de artistas e seguidores busca ampliar a visibilidade do caso e fazer com que o pedido chegue aos pesquisadores responsáveis pelos estudos.
