Renata Vasconcellos e César Tralli voltaram a ficar fixos na bancada do Jornal Nacional depois do fim dos trabalhos externos para a cobertura das eleições. Nesta quarta-feira (19), o JN levou ao ar uma triste notícia. “Vinte e três pessoas morreram no acidente mais letal do ano nas rodovias federais brasileiras. O choque entre um caminhão e um micro-ônibus que transportava pacientes no Paraná”, informou Renata.
Um grave acidente entre um caminhão e um micro-ônibus deixou 23 pessoas mortas durante a madrugada desta quarta-feira (19), na BR-373, em Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná. A colisão aconteceu no quilômetro 209 da rodovia e envolveu um veículo da Secretaria de Saúde de Imbituva, que transportava pacientes para consultas e procedimentos médicos em hospitais da Região Metropolitana de Curitiba. A tragédia é considerada a mais letal registrada nas rodovias federais brasileiras em 2026 até o momento.
Informações da Polícia Rodoviária Federal
Segundo as primeiras informações levantadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão teria invadido a faixa contrária e atingido frontalmente o micro-ônibus. O impacto foi de grande intensidade e deixou o veículo que transportava os pacientes completamente destruído.

Vinte adultos e duas crianças que estavam no micro-ônibus morreram, enquanto outras cinco pessoas sobreviveram e precisaram ser encaminhadas para hospitais da região. O motorista do caminhão, que estava sem carga e tinha placas de Erechim, no Rio Grande do Sul, também morreu.
Investigação do acidente
A dinâmica da colisão ainda será investigada pelas autoridades. De acordo com Luis Fernando Berteli, chefe da PRF em Ponta Grossa, os primeiros levantamentos indicam que a invasão da pista contrária foi determinante para a batida. A Polícia Científica do Paraná também iniciou uma série de exames para tentar esclarecer as circunstâncias da tragédia.
Os veículos passarão por perícia, com avaliação de itens como pneus e sistema de freios, enquanto materiais serão encaminhados para exames laboratoriais. A possibilidade de realização de testes toxicológicos também faz parte da investigação.
