A temporada inaugural de Casa do Patrão, o reality show produzido pela Record em colaboração com a Disney+, encerrou-se com a vitória da participante mais emblemática da edição. Sheila Barbosa, uma capitã da Polícia Militar baiana de 51 anos, confirmou seu favoritismo desde os primeiros episódios e sagrou-se campeã.
Durante a final transmitida ao vivo na última quinta-feira, a competidora conquistou 64,79% dos votos do público, deixando para trás Bianca Becker e Matheus Pantaneiro. Ao ser consagrada pelo apresentador Leandro Hassum, Sheila garantiu um prêmio total de R$ 1.128.417,68, montante que engloba o valor fixo de R$ 1 milhão destinado ao vencedor, somado a quantias extras que ela acumulou ao longo das provas e dinâmicas do confinamento.
Sheila conquista prêmio milionário histórico
Na mesma noite, a modelo Bianca Becker assegurou o segundo lugar com 32,02% dos votos e um prêmio de R$ 85,1 mil, enquanto o lutador de MMA Matheus Pantaneiro ficou na terceira posição com 3,19% da preferência, recebendo cerca de R$ 248 mil por conta do saldo que conquistou durante sua trajetória no programa. A vencedora construiu seu caminho no reality sob um protagonismo incontestável, equilibrando dotes de liderança e uma estratégia afiada com momentos de intensa confrontação.
Com bagagem acadêmica em Psicologia e experiência como professora de Matemática, ela aplicou sua percepção analítica para estabelecer o Sheilonismo, grupo que se tornou o núcleo mais influente da disputa. Seu temperamento explosivo, contudo, a tornou protagonista de diversos conflitos, indo desde o desaparecimento de suas perucas até planos arquitetados para roubar cigarros, o que a transformou em uma figura controversa, porém irresistível para os espectadores, que a elevaram ao posto de favorita nas redes sociais.
Boninho estreia reality fora da Globo
Esta edição inaugural também foi um marco por representar o primeiro trabalho de Boninho em uma atração fora da TV Globo. Com uma estrutura totalmente composta por participantes anônimos, a dinâmica do programa propôs uma inovação ao distribuir o elenco entre três espaços distintos: a Casa do Patrão, a Casa do Trampo e a Casa da Convivência. Esse arranjo forçou os competidores a exercitarem constantemente a habilidade de negociação e a gestão de conflitos para assegurarem sua sobrevivência e acesso a melhores condições de vida no decorrer do confinamento.
