Esta foi a orientação de Pelé que impediu Hortência de abandonar o basquete para sempre

Hortência vê fala de Haaland como estratégia e comenta eliminação do Brasil na Copa.

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Considerada um dos maiores ícones do basquete brasileiro de todos os tempos, Hortência ganhou destaque nas redes sociais há pouco tempo ao analisar, em um vídeo, as declarações de Haaland e o possível planejamento do atleta para superar o Brasil e avançar com a Noruega na Copa do Mundo de 2026. Para a renomada ex-jogadora, o elogio do atacante à Seleção Brasileira teria funcionado como uma manobra estratégica, transferindo toda a carga de responsabilidade para os brasileiros e permitindo que o time norueguês entrasse na partida com mais tranquilidade.

Sobre o episódio, ela comentou: “Ao ser questionado ele (Haaland) disse: dificilmente a Noruega passar é bem pequena. O Brasil é favorito. Inteligente ele, na minha opinião, isso faz parte do jogo. Ele colocou todo o favoritismo do lado do Brasil, como atleta vejo isso como estratégia, pois você entra em campo muito mais leve. No esporte, tudo começa muito antes do jogo. Se perder é esperado, se ganhar é um grande surpresa. Será que foi estratégia?…”.

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Última Copa para dois jogadores

É importante pontuar que a Noruega superou o Brasil por 2 a 1, resultando na eliminação de nomes como Neymar, Vini Jr. e Casemiro do torneio deste ano. Com o Brasil fora da disputa, a equipe europeia continua sua trajetória na busca pelo título mundial.

O que a Hortência falou do jogador Pelé?

Para inúmeras esportistas, o encerramento de uma carreira vitoriosa representa o período propício para concretizar o desejo da maternidade sem comprometer o rendimento em quadra. Esse foi precisamente o roteiro seguido por Hortência Marcari, a Rainha do Basquete, que celebrou o nascimento de seu filho, João Victor Oliva, em fevereiro de 1996, imediatamente após anunciar sua aposentadoria.

Contudo, o afastamento do esporte foi breve: cinco meses depois do nascimento do herdeiro, ela optou por retomar as atividades físicas visando à participação nos Jogos Olímpicos de Atlanta, decisão impulsionada por uma orientação determinante de Pelé, que, além de amigo próximo, era seu padrinho de casamento.