Nos últimos dias, Mariana Maffeis, primogênita de Ana Maria Braga, enfrentou críticas e questionamentos a respeito de seu estilo de vida, que é focado na espiritualidade e na conexão com a natureza. Durante sua participação no quadro Pode Perguntar, do Fantástico, a apresentadora expressou abertamente que não compartilha de algumas escolhas da filha, especialmente no que se refere à educação de seus netos.
Ana Maria ressaltou que, embora ame e sinta orgulho de Mariana, possui divergências quanto à opção dela pelo parto domiciliar e pela criação das crianças longe de dispositivos eletrônicos. Em resposta a questionamentos da revista Quem, Mariana detalhou sua rotina e buscou desmistificar a percepção de que sua vida seria radical ou excessivamente simples.
Segundo a mãe de Joana, de 15, Maria, de 11, Varuna, de 5, e Hima, de 2, há uma distorção criada pela mídia e pelo desejo social de classificar indivíduos. Como afirmou: “As pessoas se enganam muito comigo, pois é vendida uma imagem de mim que não condiz com a realidade. Hoje queremos apenas rotular os outros para facilitar nossa vida e percepção dela. E ainda os meios de comunicação reforçam toda essa dinâmica”.
Esclarecimentos sobre seu estilo de vida
A filha da apresentadora esclareceu que sua transferência para o interior, onde hoje vive com a família, teve como objetivo principal a busca por mais conforto e bem-estar. Para refutar boatos, ela fez questão de pontuar que seu cotidiano não tem nada de simplista, ressaltando que sua família desfruta de excelente padrão de vida, com acesso a habitação, educação, alimentação e experiências de alta qualidade. Ela explicou que o fato de não exibir marcas ou valores não significa que abra mão de luxos; na verdade, o que ela valoriza é uma rotina altamente elaborada, e não básica.
Luxo está na natureza local
Ao encerrar, Mariana sublinhou que, para ela, o verdadeiro significado de luxo está na qualidade dos recursos naturais e na integração com o meio ambiente onde reside. Ela reiterou que sua decisão de se mudar para longe dos grandes centros urbanos foi motivada justamente pelo desejo de aproveitar o que considera o melhor da vida, como o ar puro e a água de qualidade, somados a uma infraestrutura local completa que atende a todas as suas necessidades. Por fim, ela insistiu que essa escolha de vida, ao contrário do que muitos pensam, é um privilégio, e não algo simples.
