Galvão Bueno não escondeu sua insatisfação com as condições de trabalho encontradas no Lincoln Financial Field, estádio da cidade de Filadélfia que recebeu o amistoso entre Brasil e Haiti nesta sexta-feira (19). Durante a transmissão, o narrador fez críticas à cabine destinada à imprensa e afirmou que a estrutura está longe daquela encontrada durante a Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos.
O comunicador relatou dificuldades para acompanhar a partida devido à posição da cabine de transmissão. Segundo ele, a visibilidade do gramado era bastante limitada, prejudicando o trabalho de narração. A observação chamou atenção dos telespectadores e rapidamente repercutiu nas redes sociais, onde muitos passaram a comentar as condições oferecidas aos profissionais da imprensa durante os eventos esportivos.
Galvão compara Copas nos Estados Unidos
Ao recordar sua experiência no Mundial conquistado pela seleção brasileira há mais de três décadas, Galvão destacou que a realidade era diferente. “Em 1994 não era assim não. Era um local decente para se trabalhar”, disse. A comparação foi feita enquanto o narrador descrevia os desafios enfrentados para acompanhar os lances da partida diretamente do estádio.
Galvão disse que não conseguia ver todo o campo
Além da crítica à estrutura, Galvão revelou que sua visão do campo estava comprometida. Segundo o narrador, apenas uma parte do gramado podia ser observada adequadamente da posição em que estava instalado. A limitação acabou tornando a transmissão mais complicada e exigiu atenção redobrada da equipe responsável pela cobertura do jogo.
Mesmo diante das dificuldades, a transmissão foi realizada normalmente e o comentário do veterano acabou se tornando um dos assuntos mais comentados envolvendo a partida. A reclamação também reacendeu o debate sobre a qualidade das instalações destinadas à imprensa em alguns estádios utilizados em competições internacionais, especialmente em eventos que atraem cobertura de veículos de diversos países.
