‘Morto…’: coube ao filho de Bolsonaro se manifestar sobre ‘falecimento’ do pai nas redes sociais

Político classificou indisponibilidade de perfis de Jair Bolsonaro nas redes sociais como censura de cunho político.

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro manifestou-se publicamente por meio de suas plataformas digitais para abordar as recentes notícias publicadas pela imprensa a respeito do que vem sendo denominado de morte digital de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em suas declarações, o ex-parlamentar rejeitou formalmente o termo utilizado pelos meios de comunicação, afirmando que a ausência do ex-mandatário nos ambientes virtuais não decorre de um desaparecimento natural, mas sim de um processo de censura direcionado às suas contas oficiais.

De acordo com a argumentação apresentada pelo político, existe uma negligência editorial por parte dos veículos informativos na cobertura do caso. Eduardo Bolsonaro sustentou que a imprensa opta por focar na repercussão do isolamento digital da figura pública em vez de expor e denunciar o que classificou como um abuso contra o ex-chefe de Estado.

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Palavras de Eduardo

Eduardo argumentou ainda que a manutenção dessas restrições nas plataformas virtuais atende a propósitos de natureza puramente política. Dando continuidade ao seu pronunciamento, o ex-deputado traçou um comparativo com o encerramento das atividades de outro perfil, associado à alcunha de D. Pedro III, que optou por deixar a rede social X, plataforma anteriormente denominada Twitter, por determinação própria.

MORTO NÃO, CENSURADO! Presidente @jairbolsonaro está CENSURADO nas redes“, escreveu o ex-deputado.

Questionamentos do filho

O político questionou publicamente se a decisão voluntária de retirada seria descrita pelos setores de jornalismo como um suicídio no ambiente digital, contrastando a escolha individual com os bloqueios impositivos. Na mesma oportunidade, fez menção à possibilidade de retorno desse perfil caso ocorra a criação de uma estrutura de monitoramento de informações por meio de decreto do governo federal chefiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.