Caseiro acusa Marcelo Faria de agressão com bolas de bilhar e motivo da suposta briga chama a atenção

Marcelo Faria nega agressão, rebate acusações e caso arquivado gera suspeitas no Rio.

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A equipe de Marcelo Faria desmentiu categoricamente os boatos de que o ator teria se envolvido em uma briga física com um caseiro em uma mansão em obras no Rio de Janeiro. O posicionamento oficial foi enviado aos meios de comunicação na segunda-feira (25), após surgirem rumores de que a suposta discussão teria gerado um boletim de ocorrência e um processo judicial.

Em nota oficial, a assessoria de imprensa do artista esclareceu que ele nem sequer é o dono do imóvel mencionado no caso, classificando as acusações como caluniosas. De acordo com o comunicado emitido pela defesa do famoso, a informação é totalmente inverídica, uma vez que a residência foi vendida por Marcelo há cerca de três anos, o que desvincula completamente o ator de qualquer reforma ou desentendimento no local.

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Os detalhes da suposta confusão

Segundo as informações divulgadas pelo colunista Alessandro Lo-Bianco, o suposto desentendimento teria ocorrido em 2023 em uma mansão em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, com o caso registrado na Delegacia da Barra da Tijuca. Na denúncia, o funcionário afirmou ter sido vítima de agressões físicas, insultos e objetos arremessados após um desentendimento banal sobre as obras no local.

O caseiro relatou à polícia que o ator teria se irritado ao ver materiais de construção e sacos de cimento sobre uma mesa de sinuca clássica. Ao ser questionado, o trabalhador afirmou que não era o responsável pelo entulho, o que teria dado início a uma discussão acalorada. Em seu depoimento, o funcionário declarou que o artista o chamou de incompetente e, tomado pela raiva, começou a jogar tacos, bolas de bilhar, lixas de parede e baldes de tinta em sua direção.

Audiência virtual vazia e arquivamento misterioso no Ministério Público

Devido às marcas apresentadas, a Polícia Civil registrou a ocorrência como lesão corporal e injúria. O trabalhador optou por representar criminalmente contra o artista, transformando o boletim de ocorrência em um inquérito policial.

Durante as investigações, Marcelo Faria foi intimado pela polícia para prestar depoimento, mas não compareceu à delegacia. Mais tarde, a Justiça fluminense agendou uma audiência virtual de conciliação; o caseiro participou da videochamada, enquanto a defesa do ator justificou a ausência afirmando que ele jamais recebeu uma notificação oficial sobre o evento.

Apesar dos esforços do Ministério Público do Rio de Janeiro para prosseguir com a denúncia, o caso tomou um rumo inesperado. O funcionário deixou de responder aos chamados da Justiça, o que levou o juiz a arquivar o processo definitivamente. O sumiço do trabalhador acabou gerando fortes especulações nos bastidores de que as partes teriam firmado um acordo financeiro secreto fora do âmbito judicial.

Nota de esclarecimento

Após a repercussão do caso envolvendo o nome do ator Marcelo Faria, a defesa do artista enviou uma nota esclarecendo os fatos divulgados recentemente.

Segundo o comunicado, o episódio teria origem em uma antiga discussão trabalhista ocorrida em 2022, envolvendo um ex-funcionário e relacionada apenas a questionamentos sobre verbas rescisórias após o encerramento do vínculo profissional. A equipe afirma que todos os direitos trabalhistas foram pagos dentro da legalidade e conforme os procedimentos cabíveis.

Ainda de acordo com a nota, o ex-funcionário teria reconhecido posteriormente que a situação havia sido resolvida, além de demonstrar arrependimento pelas alegações feitas anteriormente. A defesa também afirma que houve episódios de pressão e ameaças envolvendo a exposição indevida da imagem do ator, situação que, segundo o comunicado, está documentada e será tratada judicialmente.

A equipe reforça que Marcelo Faria “jamais praticou qualquer ato de agressão física” e repudiou interpretações ou acusações consideradas inverídicas.

Por fim, a defesa informou que medidas judiciais já estão sendo adotadas para apurar os fatos e responsabilizar os envolvidos pela divulgação de conteúdos considerados prejudiciais à honra e à imagem do artista.