De acordo com Márcia Pereira, do portal Notícias da TV, Jendal (Lázaro Ramos) mostrará que é capaz de qualquer coisa para esconder os crimes do próprio governo em A Nobreza do Amor. O tirano decidirá tirar do caminho um jornalista que desembarca em Batanga para apurar as condições reais do reino. Encurralado, o usurpador recorrerá ao poço das serpentes para silenciar a nova ameaça.
Robert (nome do ator não divulgado) chega a solo africano em um momento delicado, logo após a denúncia feita por Nilo Peçanha (Deo Garcez) sobre o golpe de Estado. Mr. Campbell (Michel Blois), preocupado com o impacto comercial do escândalo, alerta o tirano sobre o risco de a situação fugir do controle. O repórter se apresenta no palácio com a missão de mostrar ao mundo o que acontece em Batanga.
Jendal usa poço das serpentes contra jornalista em A Nobreza do Amor
A chegada do jornalista acende o alerta no palácio justamente porque o reino está afundado em miséria, repressão e violência. Kênia (Nikolly Fernandes) percebe o risco e fica em alerta. O perigo cresce quando Dumi (Licínio Januário), disfarçado, consegue chegar perto de Robert e afirma que Jendal é um golpista, contando o que fizeram com a família real e o estado real de Batanga. Com a ajuda de Pascoal (Luciano Quirino), Jendal conduz o repórter até o poço das serpentes, repetindo um método já associado às punições do regime.
Em paralelo, segundo o portal Gshow, Jendal abre uma nova frente de caça. O tirano deduz que Alika (Duda Santos) está no Brasil e convoca Malungo (Breno Santos) para liderar a missão de capturá-la. A primeira pista vem do próprio Nilo Peçanha. Em conversa com o capanga, o vilão dispara: “Mas antes de mais nada você vai procurar o ex-presidente do Brasil, um tal de Nilo Peçanha”. Malungo responde: “O primeiro e único presidente negro do Brasil. Esteve aqui em Batanga há muitos anos”.
Caçada por Alika e crime contra Robert põem Jendal em rota perigosa em A Nobreza do Amor
A combinação dos dois movimentos mostra a escalada do personagem. Antes de mandar matar o jornalista, Jendal já havia ordenado a queima de doações destinadas ao povo e perseguido rebeldes. Agora, encurralado por dentro e por fora, parte para o ataque a quem tenta expor seus crimes e ainda envia capanga ao Brasil para caçar a herdeira do trono. A Nobreza do Amor, escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr, é ambientada na década de 1920 e tem direção artística de Gustavo Fernandez.
