A Nobreza do Amor: Dumi vira rebelde, assume amor por Kênia e ganha protagonismo na trama

Ex-chefe da guarda entra de vez na resistência contra Jendal e troca beijo com filha do tirano.

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De acordo com Márcia Pereira, do portal Notícias da TV, em A Nobreza do Amor, Dumi (Licínio Januário) sairá da sombra do palácio para ocupar o centro da disputa política. Nos próximos capítulos, o ex-chefe da guarda assumirá um lugar definitivo na resistência contra Jendal (Lázaro Ramos), passará a agir como rebelde e ainda viverá uma virada amorosa ao admitir que ama Kênia (Nikolly Fernandes). A novela vai ao ar no horário das seis da Globo.

A transformação começa depois que o usurpador do trono ordena que Pascoal (Luciano Quirino) vigie o personagem. A partir daí, Dumi entra em uma jornada de ação, romance e conflito político. Não é exagero dizer que ele ganhará destaque de protagonista nesta fase da trama, já que a sua trajetória passará a movimentar o núcleo de Batanga.

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Kênia trai o pai por Dumi em A Nobreza do Amor

O romance proibido com a herdeira do tirano aumentará ainda mais o peso dramático sobre o personagem. A filha de Jendal vai chegar ao ponto de proteger o ex-chefe da guarda quando ele estiver prestes a ser pego por Pascoal. Com esse gesto, a princesa trairá o próprio pai para salvar o rebelde, abrindo um vínculo definitivo entre os dois lados da guerra.

Após o salvamento, Dumi reconhecerá o tamanho da atitude da garota e pedirá ajuda a Chinua (Hilton Cobra) para conseguir um encontro com Kênia. No reencontro, o personagem confessará o sentimento pela jovem e os dois trocarão um beijo. A cena marcará uma virada importante na história, com cada um aceitando um lado oposto da disputa.

Dumi se torna peça-chave contra Jendal em A Nobreza do Amor

A partir desse ponto, Dumi assumirá o papel de peça central na luta contra Jendal e na missão de devolver o trono de Batanga a Alika/Lúcia (Duda Santos). A nova fase do personagem une romance com a filha do inimigo e ação na resistência, conduzindo o núcleo africano para um confronto direto. A novela das seis é escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr, com direção artística de Gustavo Fernandez, e ambientada na década de 1920.