Maju e Poliana colocam Brasil para chorar e noticiam morte de querido artista: ‘morreu hoje’

Programa Fantástico, da Globo, levou ao ar a notícia da morte de artista querido.

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O Fantástico deste domingo (17) foi apresentado por Poliana Abritta e Maju Coutinho. A dupla titular do Show da Vida levou ao ar diversas reportagens especiais e deu uma triste notícia. “Morreu hoje, aos 93 anos, Joca da Portela, um dos maiores vencedores de samba-enredo da Portela”, disse Poliana.

O compositor Osvaldo Alves Pereira era conhecido nacionalmente como Noca da Portela. O artista estava internado desde o dia 30 de abril em um hospital de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, após ser diagnosticado com uma infecção urinária. Nos últimos dias, o quadro de saúde do sambista piorou após ele desenvolver uma pneumonia. A causa oficial da morte não foi divulgada pela família.

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Noca estava internado

Desde o dia 10 de maio, Noca permanecia internado no Centro de Tratamento Intensivo da unidade hospitalar. Durante o período de internação, familiares chegaram a compartilhar momentos emocionantes ao lado do compositor. Segundo parentes, os netos costumavam visitar o sambista e cantar músicas da coletânea Flores em Vida, projeto lançado recentemente em homenagem à trajetória dele. O artista deixa dois filhos, sete netos e três bisnetos.

Portela lamentou a morte

A Portela, escola de samba da qual Noca se tornou um dos maiores símbolos, decretou três dias de luto oficial após a confirmação da morte. Em nota publicada nas redes sociais, a agremiação lamentou profundamente a partida do compositor e destacou sua importância para a história da azul e branca de Madureira. “Com profundo pesar, o G.R.E.S. Portela comunica o falecimento do nosso eterno baluarte Noca da Portela”, escreveu a escola.

Mineiro de Leopoldina, Noca se mudou ainda criança para o Rio de Janeiro e iniciou sua relação com a música através do estudo de violão e teoria musical. Nos anos 1960, passou a integrar a ala de compositores da Portela a convite de Paulinho da Viola. Ao longo da carreira, venceu sete disputas de samba-enredo na escola, marca que o colocou entre os maiores vencedores da história da agremiação. Entre os sambas eternizados estão Recordar é viver, Gosto que me enrosco e ImaginaRIO, 450 Janeiros de uma Cidade Surreal.