Segundo o portal NotÃcias da TV, Gabriela Loran rebateu a guerra criada entre as torcidas dos casais Vileo e Loquinha em Três Graças. A rixa nasceu depois do casamento duplo de Viviane (Gabriela Loran) com Leonardo (Pedro Novaes) e de Lorena (Alanis Guillen) com Juquinha (Gabriela Medvedovsky). A atriz disse que parte do público desviou o foco do que considera mais importante na novela das nove da Globo: o peso simbólico do momento exibido em horário nobre.
Em conversa com o jornal Extra, Gabriela ressaltou o caráter inédito da cena. “Eu ressalto o quão importante e histórico é o momento que a gente está vivendo na ficção. Nunca vimos isso acontecer antes numa novela. É tão representativo, é tão forte, tão potente! Essas rixas são pequenas perto de tudo que a gente está construindo, sabe?”, declarou.
Gabriela Loran fala sobre bloqueio nas redes em Três Graças
A artista também comentou a relação com comentários agressivos nas redes sociais. Sem rodeios, ela contou que costuma bloquear usuários sempre que percebe ataques pessoais nas páginas. “Tenho uma relação muito séria com o ‘block’. Não meço esforços. Posso passar a tarde inteira bloqueando pessoas, porque a minha rede social tem que ser um lugar seguro para mim. A internet não é terra sem lei. Então, quando começam a falar muita besteira, quando começam a atacar… Beijo, tchau!”, disparou.
A atriz ainda deixou claro que torce pelos dois pares centrais da rixa. Gabriela disse acompanhar tanto Vileo quanto Loquinha e citou outros casais marcantes de Três Graças, como Gerluce (Sophie Charlotte) e Paulinho (Romulo Estrela), Kellen (Luiza Rosa) e Zé Maria (Túlio Starling), além de Zenilda (Andréia Horta) e Rogério (Eduardo Moscovis).
Vileo, Loquinha e o pedido final de Gabriela Loran em Três Graças
A intérprete de Viviane defendeu que o público aproveite a reta final da trama sem transformar os casais em motivo de guerra. “As pessoas estão focando no que não devem, no errado”, ponderou. Ela completou afirmando que a decisão sobre o desfecho cabe à autoria: “A história já está escrita e quem manda são os autores. Se eles decidiram que seria assim, nos resta aceitar e celebrar”.
