Você não vai acreditar na maldade de Virgínia contra Alika em A Nobreza do Amor

Vilã conta com a ajuda de Sebastião para interceptar correspondências e esvaziar o evento da rival na novela das seis

PUBLICIDADE

Conforme Redação Gshow, na trama de A Nobreza do Amor, Virgínia (Theresa Fonseca) segue com suas investidas para prejudicar Alika (Duda Santos). A antagonista decide arruinar a abertura do novo ateliê da protagonista em Barro Preto. Inicialmente, a vilã agenda sua festa de noivado para a mesma data do lançamento do comércio. Para evitar conflitos, a princesa altera o cronograma do evento, mas a informação chega aos ouvidos da rival por meio de Sebastião (João Fontenele).

Ao descobrir a mudança de data, a personagem demonstra irritação. Ela exige que seu cúmplice vá até a prefeitura para interceptar as entregas antes que cheguem às convidadas. Durante a sequência, ela verbaliza sua frustração: “Malditas! Bandidas! Isso não vai ficar assim!”. O capanga obedece às ordens e transporta todos os envelopes para a residência da mandante.

PUBLICIDADE

O plano de Virgínia para sabotar Alika em A Nobreza do Amor

Com o material em mãos, a antagonista analisa o público-alvo do estabelecimento. Ela constata o alto nível social das mulheres que deveriam comparecer à inauguração. Ao observar os destinatários, a personagem detalha o perfil da clientela esperada: “Pelo jeito elas se empenharam. A fina flor da região. Madames de posses, mulheres de coronéis, mulheres de políticos, mulheres de donos de loja… Estão todas aqui”.

O comparsa confirma a quantidade exata de correspondências interceptadas na prefeitura. Ele repassa o montante para a antagonista, afirmando: “Tem 52 convites, eu contei”. Essa confirmação fornece à vilã a garantia necessária para prosseguir com a etapa final de seu esquema, assegurando que os dados sobre o novo dia do evento não alcancem as potenciais consumidoras.

Virgínia queima convites do ateliê na novela A Nobreza do Amor

Para concluir a sabotagem, a personagem ateia fogo nos itens de papelaria. Ela risca um fósforo e observa o material queimar, visando garantir que a estreia do comércio não tenha público. Antes de destruir as provas, ela decreta sua certeza sobre o fracasso do negócio: “Uma pena que dessas cinquenta e duas não venha nenhuma. Porque ninguém vai receber convite. Essa inauguração vai ser o maior fiasco da história de Barro Preto. Escreva o que vou lhe dizer, Bastião: zero convidadas irão comparecer a esse evento, ou não me chamo Virgínia Almeida Borges!”.