A reta final de Três Graças ganhará novo abalo quando Arminda decidir voltar-se contra Ferette após descobrir que ele é pai de Raul. Sentindo-se enganada pela ligação do empresário com Samira, a personagem transforma o ressentimento em estratégia e passa a usar a polícia como instrumento de vingança.
Tudo começa durante a acareação motivada pela descoberta do corpo de Célio. Pressionada por Paulinho sobre a ida de Joaquim à mansão na noite do crime, Arminda percebe no interrogatório a oportunidade de se defender e, ao mesmo tempo, atingir o homem que considera responsável por sua traição.
Versão fabricada e acusação contra Ferette alteram rumo da investigação
Conforme Rodolfo Carvalho do portal RDN, para escapar do cerco, a vilã cria um álibi provocador e responde: “Sim, esse homem foi chamado à minha casa por causa de um corpo… Mas não o corpo de um morto, foi para pegar o meu corpo. Ele é meu amante! Ele foi direto pro meu quarto… E confesso que lá fizemos um certo, digamos assim, ruído”. A fala busca desviar a investigação e enfraquecer as suspeitas sobre sua participação no caso.
A encenação ganha apoio quando Helga reforça a versão ao afirmar: “Enquanto os dois davam o maior escândalo lá no quarto, aproveitei pra enterrar o corpo do Célio no quintal”. Com o terreno preparado, Arminda muda o foco do depoimento e acusa Ferette de ligação com Samira, com o tráfico de bebês e ainda o conecta à verdade sobre a morte de Jorginho.
Denúncia transforma antigos cúmplices em adversários na reta decisiva da novela
Ao lançar Ferette no centro das suspeitas, Arminda converte a acareação em um ajuste de contas e inaugura uma guerra aberta entre os dois. A manobra amplia o alcance do conflito e indica que os últimos capítulos serão guiados por traições, vinganças e alianças rompidas.
