Reviravolta em Três Graças: o verdadeiro motivo para Joélly perder a própria filha

Menor de idade e investigada, a personagem biológica não poderá criar a bebê após o exame de DNA na trama das nove.

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Na novela Três Graças, o destino da bebê de Joélly (Alana Cabral) é definido após um exame de DNA confirmar a maternidade biológica da criança. A menina, que vinha sendo criada por Lena (Bárbara Reis) e Herculano (Leandro Lima), necessita de um novo responsável legal após a detenção do casal que a mantinha, mas a guarda nãovai para a mãe.

A determinação da Justiça baseia-se em dois fatores específicos em relação à mãe biológica. O primeiro obstáculo é o fato de Joélly ainda ser menor de idade, o que inviabiliza legalmente a assunção da responsabilidade integral. O segundo ponto se refere às acusações em andamento de que ela e Raul (Paulo Mendes) teriam negociado a própria filha, um elemento que pesa negativamente na análise preliminar do juizado.

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Quem fica com a bebê de Joélly em Três Graças

Conforme o portal UOL, diante do cenário, a guarda provisória é concedida a Gerluce (Sophie Charlotte), que atua como mãe e responsável legal de Joélly. A informação chega até o núcleo familiar por meio de Zenilda (Andréia Horta). A transferência da menina ocorre de forma oficial, com o acompanhamento de uma agente da Vara da Infância e da Juventude, enquanto o Conselho Tutelar garante o cumprimento exato da determinação judicial.

Em relação à outra parte envolvida na negociação da criança, Raul enfrenta um cenário jurídico distinto, por já ter atingido a maioridade. O personagem Paulinho (Rômulo Estrela) esclarece que o rapaz responderá formalmente pela sua participação na transação envolvendo a bebê. Apesar das acusações oficiais e da apreensão de Joélly com a notícia, os desdobramentos da trama indicam que ele responderá ao processo em liberdade.

Promessa de Gerluce para a filha na novela Três Graças

Após a resolução judicial, Gerluce estabelece um diálogo com a filha para alinhar a nova dinâmica da residência. A matriarca garante que não assumirá o papel materno principal e que a documentação provisória não anula o vínculo biológico existente. Como resposta, a adolescente firma o compromisso de provar às autoridades a sua capacidade de exercer a maternidade de forma definitiva, com o suporte contínuo da mãe durante os trâmites legais.