A Nobreza do Amor: Mirinho provoca acidente, deixa Tonho caído na estrada e foge

Vilão atropela o protagonista após flagrar romance com Alika e abandona o ferido na pista nesta terça (28).

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De acordo com Fernanda Lopes, do portal Notícias da TV, Mirinho (Nicolas Prattes) passa de todos os limites em A Nobreza do Amor. Após brigar com o ex-amigo por causa de Alika (Duda Santos), o vilão da novela das seis da Globo provoca um acidente com Tonho (Ronald Sotto) na estrada e abandona o protagonista ferido na pista. As cenas vão ao ar a partir do capítulo desta terça-feira (28).

A crise começa quando Mirinho flagra Alika e Tonho juntos na estação de trem e percebe que os dois estão namorando. Tomado pelo ciúme e pela sensação de rejeição, ele provoca o ex-amigo, que não alimenta a rivalidade. Ao chegar à fazenda, Tonho conta a Casemiro (Cassio Gabus Mendes) que está com a princesa de Batanga. O padrinho fica feliz pelo afilhado, enquanto Mirinho sente o sangue ferver.

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A Nobreza do Amor mostra atropelamento e fuga de Mirinho na estrada

Os dois se enfrentam na fazenda e, logo depois, o vilão comete a atrocidade. Mirinho está dirigindo, acompanhado do amigo Fabrício (Ruan Aguiar), quando vê Tonho a pé. Sem pensar duas vezes, ele vai para cima do protagonista, provoca o acidente e o deixa caído na estrada, sem prestar socorro. Fabrício fica em choque com a atitude do parceiro e tenta reagir.

Quem encontra Tonho desacordado é Onildo (Paulo Lessa). O personagem se desespera e grita por socorro em busca de ajuda. Fabrício ouve o apelo e obriga Mirinho a voltar para corrigir minimamente o erro. Ao saber do ocorrido, Alika se assusta e faz questão de cuidar do namorado, segundo o portal Notícias da TV. A herdeira de Batanga ainda parte para cima de Mirinho e dá uma bronca direta no rapaz.

A Nobreza do Amor segue na faixa das seis com a trama de Duca Rachid

A Nobreza do Amor tem como protagonistas a princesa africana Alika, vivida por Duda Santos, e o trabalhador brasileiro Tonho, papel de Ronald Sotto. A trama, sob direção artística de Gustavo Fernandez, é ambientada na década de 1920 e dividida entre dois universos: o reino fictício de Batanga, na costa ocidental da África, e Barro Preto, cidade no Rio Grande do Norte.