A três dias da estreia da Casa do Patrão, J. B. Oliveira, o Boninho, ainda não decidiu o valor inicial em dinheiro que cada participante terá em conta. O diretor confirmou que cada confinado entra com uma quantia que pode crescer ou encolher ao longo das semanas, e que os eliminados também influenciam essa dinâmica financeira.
Boninho explicou o motivo da hesitação. “Eu ainda estou quebrando a cabeça sobre quanto dinheiro eu vou dar para eles. A gente vai ter R$ 1 milhão lá no final, praticamente é o prêmio, mas eles começam com algum dinheiro, dinheiro de verdade. Tudo que vai acontecer é de verdade”, destacou.
O risco que pode esvaziar Casa do Patrão
A preocupação é prática. Segundo o diretor, se o valor inicial for alto demais, há receio de que o jogador desestimulado deixe o reality cedo. “Esses caras estão desempregados, enrolados, de repente, se cada um entrar com dez [R$ 10 mil], ele fala: já estou rico, não quero mais, vou embora do programa. Eu estou muito preocupado, e nós vamos administrar isso”, afirmou.
Outra regra reforça o peso financeiro do jogo: 90% da bolsa do eliminado vai parar nas mãos do chefe da semana, e o jogador que sai leva apenas 10%. O critério desenha alvos óbvios. “Por exemplo, ser rico também não é legal nesse jogo, eu posso querer te eliminar por você ser rico”, acrescentou Boninho.
Como Casa do Patrão se separa do BBB
Sobre a comparação com o Big Brother Brasil, o diretor minimizou as semelhanças e disse que cada formato tem identidade própria. “Todo reality que existe tem algumas semelhanças, como eliminação, ele não funciona sem isso. O nosso jogo funciona com uma divisão clara de funções dentro da casa, e isso é um DNA diferente”, afirmou. A estreia acontece na próxima segunda (27).
