A jornalista Alice Ribeiro, que atuava na Band Minas, faleceu aos 35 anos após um grave acidente automobilÃstico ocorrido no estado de Minas Gerais. A colisão na rodovia BR-381 também resultou na morte do cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, que acompanhava a profissional no momento do ocorrido.
Natural da Bahia, Alice construiu uma trajetória consolidada na televisão brasileira ao longo de 15 anos dedicados à profissão. Ela era reconhecida por seus colegas de trabalho pela postura empática e pelo entusiasmo na cobertura de pautas sociais relevantes.
A equipe de reportagem retornava de uma cobertura jornalÃstica sobre o inÃcio das obras de duplicação da própria BR-381 quando o acidente aconteceu. Segundo relatos de um policial e do motorista do caminhão envolvido, o veÃculo da emissora invadiu a contramão em um trecho de reta.
Atuação na afiliada da Rede Globo
Antes de integrar o grupo Band, a jornalista registrou uma passagem significativa por uma emissora afiliada da Rede Globo em Feira de Santana, na Bahia. Foi nesse perÃodo que ela fortaleceu sua carreira antes de se transferir para a Band BrasÃlia e, posteriormente, para a unidade de Minas Gerais.
A profissional mantinha um carinho especial por temas relacionados ao autismo, pauta que frequentemente abordava em suas produções jornalÃsticas. Seu legado na comunicação é marcado pela defesa de valores de solidariedade e pelo compromisso com a notÃcia.
Vida pessoal e luto na comunicação
No âmbito pessoal, Alice vivia uma fase de celebração por ser mãe de um bebê de nove meses e havia retornado recentemente de sua licença-maternidade. Ela era casada com um agente da PolÃcia Rodoviária Federal e mantinha laços profundos com sua famÃlia e amigos.
A morte prematura da jornalista gerou grande comoção entre as equipes de reportagem e profissionais que conviveram com ela nas diversas emissoras. Alice Ribeiro deixa um histórico de dedicação ao jornalismo regional e nacional, sendo lembrada como uma companheira querida por todos.
