A morte da jornalista Alice Ribeiro, confirmada na quinta-feira (16), aprofundou o impacto do acidente envolvendo profissionais da Band Minas e provocou uma onda de comoção em todo o paÃs. A repórter, que estava internada em estado grave após a colisão na BR-381, não resistiu à s complicações causadas pelo traumatismo craniano sofrido durante o acidente.
Desde a tarde de quarta-feira (15), quando foi socorrida em estado crÃtico, Alice permaneceu sob cuidados intensivos no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. A jornalista chegou a ser mantida em coma induzido, enquanto equipes médicas monitoravam sua evolução. Apesar dos esforços, o quadro clÃnico não apresentou melhora significativa. O cinegrafista Rodrigo Lapa morreu no momento do acidente.
Repórter da Band teve morte confirmada
A confirmação da morte encefálica foi feita após a conclusão de todos os protocolos médicos exigidos. A Band Minas, emissora onde Alice trabalhava, lamentou profundamente a perda e destacou a dedicação da profissional ao jornalismo, reforçando o apoio à famÃlia neste momento difÃcil.

Além da repórter, o acidente também vitimou o cinegrafista Rodrigo Lapa, que morreu ainda no local. Os dois retornavam de uma reportagem quando o veÃculo colidiu frontalmente com um caminhão em um trecho crÃtico da rodovia, frequentemente citado em levantamentos de segurança viária.
PolÃcia investiga acidente
O caso mobilizou autoridades e profissionais da imprensa, que prestaram homenagens nas redes sociais. A tragédia também reacendeu discussões sobre segurança nas rodovias brasileiras e as condições de trabalho enfrentadas por jornalistas em campo, especialmente em coberturas externas. A PolÃcia Civil de Minas Gerais está investigando o acidente.
