A morte da repórter Alice Ribeiro, confirmada na noite de quinta-feira (16), causou forte comoção não apenas no meio jornalÃstico, mas também entre o público que acompanhava seu trabalho. Aos 35 anos, a profissional teve a morte encefálica constatada após sofrer um grave acidente de carro em Belo Horizonte (MG), interrompendo uma trajetória em crescimento na televisão.
Além da carreira, um detalhe tornou a notÃcia ainda mais impactante: Alice deixa um filho de apenas oito meses. A informação mobilizou colegas, amigos e internautas, que passaram a prestar homenagens nas redes sociais. A famÃlia decidiu doar os órgãos da jornalista. Pâncreas, rins, fÃgado e córneas.
Repórter morre mais de 24 horas depois do acidente
A repórter estava internada desde quarta-feira (15), após o carro em que estava colidir de frente com um caminhão na BR-381, na Região Metropolitana da capital mineira. O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veÃculo, morreu ainda no local. Alice foi socorrida em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos.
Emissora confirma o óbito
A emissora confirmou a morte encefálica após exames realizados no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. O protocolo foi iniciado pela manhã e concluÃdo à noite, confirmando a perda irreversÃvel das funções cerebrais da jornalista, o que gerou uma onda de tristeza entre colegas de profissão.
A Band Minas se manifestou sobre a perda e reforçou o apoio à famÃlia neste momento delicado. “A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice, e afirma que está prestando toda a assistência à famÃlia da repórter”, disse. A morte de Alice Ribeiro deixa uma lacuna no jornalismo e uma dor ainda maior para aqueles que conviviam com ela, especialmente seu filho, que cresce agora sem a presença da mãe.
