Jordana se defende no BBB26 e ganha aval de Ana Paula: ‘É legítimo da minha parte’

Emparedada, Jordana justifica estratégia e recebe apoio de Ana Paula no jogo.

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Nesta quarta-feira, 15 de abril, durante o confinamento do BBB26, Jordana teve uma conversa franca com Ana Paula Renault sobre sua permanência no jogo. Emparedada, a advogada justificou sua decisão de ter utilizado o Contragolpe contra Juliano Floss, afirmando que priorizou sua própria sobrevivência na disputa ao dizer: “Vocês falaram sobre eu não ter indicado [Milena], mas cara, eu quero ficar. Eu acho que é justo, é legítimo da minha parte”. Em resposta, a Veterana validou a movimentação da colega comentando: “Foi uma estratégia racional e você tentou usar sua inteligência”.

Ao longo da conversa, Jordana expressou surpresa com o desenrolar da convivência no reality, admitindo que custou a acreditar em certas situações que presenciou, mesmo reconhecendo uma evolução no comportamento de Milena quanto às provocações. Diante dessa fala, Ana Paula confrontou o raciocínio da colega, lembrando que Milena ocupava o posto de sua segunda principal rival no jogo.

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Postura estratégica firme

Jordana reafirmou que nunca omitiu sua opinião, ressaltando que sempre criticou as atitudes que considerava inadequadas. No momento em que a jornalista insinuou que ela poderia ter perdido a chance de agir de forma mais incisiva, a advogada justificou sua decisão como uma estratégia de preservação.

Segundo ela, evitar um confronto simultâneo com as duas competidoras foi uma maneira de não se sobrecarregar na disputa, questionando se seria inteligente colocar ambas contra si naquele instante.

Estratégia considerada legítima

Ana Paula demonstrou total compreensão sobre a manobra, mencionando que até Juliano já havia percebido a intenção por trás do movimento. Jordana então reforçou que sua atitude foi coerente, especialmente considerando que as outras participantes tinham acabado de retornar de um paredão ou berlinda, o que tornava sua escolha legítima e longe de ser uma demonstração de fraqueza. A jornalista finalizou o diálogo concordando com a aliada, descartando categoricamente o uso do termo covardia para descrever a postura adotada por ela.