Na novela A Nobreza do Amor, Jendal, interpretado por Lázaro Ramos, enfrentará um momento de descontrole. A informação de que o Paxá Soliman, vivido por Marco Ricca, faleceu, mudará os rumos da trama. O sentimento do usurpador não tem relação com o luto. A preocupação central do vilão é a sua obsessão por Alika, personagem de Duda Santos, já que o prisioneiro era a sua principal fonte de informações para alcançar o poder.
A revelação acontece durante um banquete. Jendal está acompanhado de Kênia (Nikolly Fernandees) quando Dumi (Hilton Cobra) entra para comunicar que o Paxá não resistiu. A atitude do líder demonstra ausência de compaixão, focando em seus interesses. Em meio ao choque, ele esbraveja: “Este cretino não poderia ter morrido sem revelar o paradeiro da minha rainha”. A fala faz referência direta a Alika, que continua fugitiva.
A Nobreza do Amor: o embate entre Jendal e Kênia
Diante da situação, Kênia confronta as atitudes do pai. A jovem destaca que as condições precárias impostas ao prisioneiro foram o fator determinante para o seu fim. Ela ressalta que o homem foi mantido em uma cela úmida e alimentado com pão e água no cativeiro. Ao ser questionada se estaria atribuindo a responsabilidade pelo óbito ao próprio pai, a personagem responde de forma direta: “Digamos que o senhor deu um belo empurrão…”.
O cenário se torna mais desfavorável quando a princesa faz um alerta sobre o futuro dos planos. Ela recorda que, com a perda de Soliman, a única esperança de Jendal para descobrir os segredos passa a ser Omar, interpretado por Rodrigo Simas. O problema é que este outro personagem também se encontra em um estado de saúde frágil, correndo o risco de falecer a qualquer momento e levar consigo as informações valiosas.
O ataque de fúria do personagem de Lázaro Ramos
A constatação de que sua estratégia está desmoronando provoca uma reação violenta no usurpador. Tomado pela fúria, Jendal começa a destruir os objetos ao seu redor, quebrando itens de valor no palácio. O ataque de raiva só é interrompido graças à intervenção de Kênia e Dumi. Ambos precisam conter o líder, alertando-o de que aquele nível de estresse físico poderia trazer consequências graves para a sua própria integridade.
