O cantor Belo quebrou o silêncio e decidiu se pronunciar oficialmente a respeito da recente decisão proferida pela Justiça do Trabalho de São Paulo, que determinou o bloqueio imediato dos valores arrecadados em três de suas apresentações, realizadas entre os meses de abril e maio. A medida judicial tem como objetivo principal garantir o pagamento de uma dÃvida trabalhista acumulada que já ultrapassa a casa dos R$ 230 mil.
Demonstrando a seriedade da cobrança, a determinação da Justiça prevê até mesmo o acionamento da PolÃcia Federal (PF), caso as empresas responsáveis pela venda dos ingressos dos shows não cumpram a ordem de bloqueio dos repasses financeiros.
Belo se manifesta, por meio de assessoria
Em uma nota oficial enviada à coluna da jornalista Fábia Oliveira, a equipe de Belo procurou contextualizar a situação para o público. Explicando que o processo judicial em questão envolve uma empresa que já possui mais de 30 anos de atuação ininterrupta, os representantes do pagodeiro argumentaram que é perfeitamente natural a existência de ações trabalhistas dentro de um perÃodo tão longo.
Eles justificaram a situação, apontando que, especialmente no dinâmico segmento artÃstico, a legislação brasileira muitas vezes não consegue acompanhar o ritmo e a realidade do mercado. Para demonstrar o compromisso do artista com as suas obrigações legais, a assessoria garantiu que a empresa vem conduzindo ativamente uma série de acordos em todos os processos atualmente existentes, ponderando apenas que esses trâmites burocráticos e judiciais demandam tempo até que cheguem à sua resolução completa.
Valores bloqueados não atingem integralmente os cachês
Por fim, a defesa do artista fez questão de trazer um esclarecimento para afastar os rumores de que ele ficaria sem receber nada, detalhando exatamente qual será a proporção do valor retirado de seu cachê. Os advogados enfatizaram que as decisões da Justiça determinam o bloqueio de, no máximo, 35% dos ganhos do artista com os shows, negando veementemente qualquer hipótese de paralisação integral de suas atividades profissionais ou o confisco total do dinheiro, como chegou a ser sugerido.

Gabriela
Leandro
Marciele