Aos 52 anos, Adriane Galisteu revisitou sua história com Ayrton Senna em uma participação emocionante no programa Provoca, da TV Cultura. A apresentadora, que foi noiva do piloto e esteve ao seu lado por cerca de um ano e meio até o trágico acidente em 1994, compartilhou as motivações por trás de seu novo projeto documental sobre o Ãdolo.
Durante a entrevista, Galisteu fez questão de creditar ao marido o apoio fundamental para tirar a ideia do papel. Segundo ela, o objetivo da obra é revelar a faceta humana de Senna, apresentando o homem por trás do cockpit que, em sua visão, possuÃa uma grandeza equivalente à sua lendária trajetória nas pistas.
Intimidade reveladora inédita
Ela destacou que a intimidade que viveram permitiu que ela conhecesse um lado do tricampeão que o grande público nunca teve a oportunidade de ver. Embora o relacionamento entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna tenha sido um pilar central na trajetória pessoal da apresentadora e apareça em sua própria série documental, a produção biográfica da Netflix sobre o piloto optou por omitir a presença dela, desconsiderando o perÃodo em que estiveram juntos e o noivado que viviam em 1994.
Diante da ausência de sua perspectiva em outras obras e atendendo a um apelo insistente de seus fãs, Galisteu decidiu encabeçar um projeto próprio para relatar sua experiência, prometendo uma entrega autêntica e emocionante que deve ser lançada em breve.
Memórias do luto
No contexto de suas memórias, ela também revisitou o doloroso episódio do funeral de Senna após o acidente na Itália, trazendo à tona as lembranças do isolamento que enfrentou durante a cerimônia, marcado pelo distanciamento da famÃlia do piloto e pelo intenso escrutÃnio midiático da época.

Ana Paula
Leandro
Milena