BBB26: ‘Não precisava votar em mim’ — Gabriela teme traição após briga e clima pesa na casa

Estudante de Psicologia desconfia do grupo após conflito e admite medo de virar alvo no jogo.

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O ambiente carregado após a eliminação ainda define o ritmo na casa mais vigiada do Brasil. Durante a tarde desta quarta-feira (1º), Gabriela e Chaiany buscaram um momento a sós para avaliar os rumos da competição. Inquieta sobre seu futuro no programa, a acadêmica de Psicologia colocou em xeque a fidelidade do seu grupo depois do conflito coletivo que agitou a noite anterior.

Nesse diálogo aberto, Gabriela expressou o medo de que o atrito recente com Marciele altere as prioridades de voto dos demais moradores, transformando-a em um alvo preferencial para proteger outros aliados. Ela externalizou essa dúvida ao perguntar: “Amiga, você acha que a Jordana e a Marciele votariam em mim pra se livrar do Paredão? Por causa dessa treta que teve”.

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Clima de afastamento

Sempre sem rodeios, Chaiany buscou entender se o afastamento entre elas já era evidente ao questionar: “A Jordana não está falando contigo não?”. Gabriela admitiu que a falta de comunicação é o que predomina no momento, porém ressaltou que, mesmo ferida, não planeja contra-atacar Marciele na próxima votação, explicando sua postura: “Mas agora não precisava votar em mim. Mas se votar em mim e tiver puxa… mas eu não voto agora não. Me chateou, mas eu não voto não”.

Entenda a polêmica: comparação com a Casa de Vidro gera revolta

O conflito entre as participantes explodiu quando Gabriela decidiu comparar suas privações financeiras fora da casa com outras realidades. A sister buscou igualar seu sofrimento ao sentimento de rejeição daqueles que não conseguiram a vaga no reality através da Casa de Vidro, uma postura que recebeu críticas severas de Marciele e Jordana.

Gabriela explicou sua perspectiva para a amiga goiana ao dizer: “Achei muito feio porque tudo começou porque eu estava mal o dia inteiro. Aí eu falei que achava que, pra mim, foi a mesma dor, um pouco mais aflorado, claro, ao não da Casa de Vidro”.

A acadêmica de Psicologia ainda relembrou o raciocínio específico que causou o choque e o afastamento de suas aliadas durante a discussão. Ela reforçou sua visão sobre as dificuldades financeiras que enfrenta na vida real ao relatar o embate: “Eu ganho R$ 2 mil e, pra mim, ter um apartamento é muito difícil. Aí as duas falaram: ‘Não é a mesma coisa’”.