O segredo acabou em Três Graças: Zenilda abre cofre de Ferette e acha prova que pode destruir Arminda

Após expulsar o empresário de casa, a protagonista de Três Graças localiza evidência sobre o paradeiro de Edilberto e coloca vilões em risco.

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A trama das nove da TV Globo, Três Graças, reserva reviravoltas decisivas para os próximos capítulos envolvendo a disputa entre Zenilda (Andréia Horta) e o empresário Ferette (Murilo Benício). Após conseguir uma ordem de despejo contra o ex-marido, a protagonista assumirá o controle das propriedades, baseada na descoberta jurídica de que a maior parte dos bens está registrada no nome de seus filhos. A decisão resultará na saída imediata de Ferette e sua aliada, Arminda (Grazi Massafera), que serão retirados da residência sob forte clima de hostilidade e promessas de vingança por parte dos vilões.

A mudança de poder permitirá que Zenilda inicie uma varredura detalhada nos pertences e locais anteriormente frequentados pelo empresário. Com o auxílio de Leonardo (Pedro Novaes), Rogério (Eduardo Moscovis) e Xênica (Carla Marins), a personagem decidirá investigar o escritório que o vilão mantinha na empresa. O objetivo do grupo é localizar documentos ou objetos que possam incriminar a dupla de antagonistas e consolidar a vitória judicial da família sobre o patrimônio em disputa.

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Investigação no escritório de Ferette revela objeto oculto

Durante a busca minuciosa na sala da presidência, o grupo conseguirá abrir um cofre particular de Ferette. No interior do compartimento, em vez de dinheiro ou joias, eles encontrarão um aparelho celular guardado de forma estratégica. Ao analisarem o conteúdo e a procedência do dispositivo, os personagens descobrirão que o objeto pertencia a Edilberto (Julio Rocha), antigo funcionário do empresário que sumiu misteriosamente. A descoberta causará estranheza imediata, já que a versão oficial sustentada por Ferette era de que o capanga havia simplesmente ido embora por vontade própria.

Na realidade, o público acompanha que Edilberto faleceu após ser atingido por engano por Arminda, em uma tentativa frustrada da vilã de tirar a vida de Samira (Fernanda Vasconcellos). A permanência do celular do falecido sob a posse de Ferette serve como uma evidência material que liga o casal ao desaparecimento e ao ato de violência ocultado. A situação coloca os vilões em uma posição vulnerável, uma vez que a nova prova indica que a história contada anteriormente foi uma fabricação para esconder o crime cometido pela megera.

Desdobramentos da prova encontrada contra Arminda

A posse do aparelho permitirá que Zenilda e seus aliados comecem a reconstruir os passos de Edilberto antes de seu sumiço definitivo. A evidência será fundamental para desmascarar a narrativa de Ferette e aproximar a polícia da verdade sobre o ocorrido com o funcionário. Enquanto os protagonistas planejam como utilizar o celular para levar os culpados à justiça, Arminda e o empresário precisarão lidar com as consequências de terem deixado rastros de suas ações passadas dentro da própria empresa.