Após a saída de Jonas Sulzbach nesta terça-feira (24), a equipe de Alberto Cowboy utilizou as redes sociais para manifestar sua indignação contra a produção do reality. “Ganhe 8 provas em uma única temporada. Não desrespeite a história de alguém. Se posicione em embates. Fuja dos Paredões. Não seja planta. E, mesmo assim, você não tem chance de ganhar um jogo de cartas marcadas”, continuaram indignados.
O texto argumenta que, embora o participante tenha apresentado um desempenho sólido — vencendo diversas provas, posicionando-se em conflitos e evitando o rótulo de planta —, suas chances de vitória seriam inexistentes diante de uma narrativa supostamente já construída pela edição. A equipe também listou uma série de situações adversas enfrentadas por Cowboy, como o desrespeito aos seus pertences pessoais, invasões de privacidade e quebras de regras por outros participantes que não teriam sido punidas.
Edição sob críticas
Segundo o comunicado, a edição ao vivo estaria distorcendo a imagem do competidor e de seus aliados através de falsas narrativas, levantando dúvidas sobre a imparcialidade das intenções do programa diante do público. Dando continuidade ao desabafo, os assessores de Alberto Cowboy denunciaram o uso de recursos de edição para ridicularizá-lo e vilanizá-lo perante o público.
Eles afirmaram que a produção utiliza trilhas sonoras cômicas para debochar do participante e realiza cortes estratégicos em momentos de tensão para reforçar uma imagem negativa, enquanto simultaneamente constrói arcos emocionais favoráveis para os competidores preferidos. Segundo o time, reações de dor ou desconforto de Cowboy estariam sendo editadas para parecerem caretas dignas de riso.
Globo na mira
A crítica também se estendeu à Rede Globo, acusada de ressuscitar e alimentar o estigma de vilão que acompanha o competidor desde sua participação no BBB7. A equipe questionou a suposta imparcialidade da emissora, apontando que a edição adotou oficialmente apelidos pejorativos criados por Ana Paula Renault e seus aliados para se referir a Cowboy e seu grupo. Para a assessoria, esse tratamento demonstra uma falta de cuidado e um apoio implícito às táticas do grupo adversário, consolidando uma narrativa prejudicial ao veterano.

Ana Paula
Jordana
Juliano