Ex-companheira de Gerson Brenner revela que Faustão custeou exame de DNA para confirmar paternidade

Bailarina relembra relacionamento e responde a críticas após a morte do ator.

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Na última segunda-feira à noite, a bailarina Denize Taccto utilizou seu perfil no Instagram para expressar pesar pelo falecimento do ator Gerson Brenner, seu ex-marido nos anos 90, que partiu aos 66 anos devido a uma falência múltipla de órgãos. Além das homenagens, a artista aproveitou o espaço digital para rebater críticas antigas sobre um suposto abandono após o assalto sofrido pelo ator em 1998, quando ele foi baleado na cabeça e ficou com sequelas irreversíveis.

Denize esclareceu que seu distanciamento foi uma imposição judicial, já que o magistrado responsável determinou que Gerson ficasse sob os cuidados de seus parentes biológicos pelo fato de ela possuir, na época, uma filha recém-nascida. Essa filha, Vitória, hoje com 26 anos, foi o centro de um dos momentos mais conturbados da relação entre as famílias, marcada por intensas batalhas nos tribunais.

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Disputa por paternidade

Denize detalhou essas dificuldades em sua biografia, intitulada Digo sobre mim, publicada em 2013. No livro, ela recorda que foi impedida pelos familiares de Brenner de registrar a criança enquanto o galã ainda estava na UTI, o que a obrigou a recorrer a um exame de DNA para comprovar a paternidade e garantir os direitos da menina.

Conforme relatado na biografia, o apresentador Faustão ficou revoltado com a situação e decidiu custear o exame de DNA, que foi realizado pelo mesmo especialista que atendeu o Pelé. Denize Taccto destaca que o resultado apenas confirmou o que já era evidente pela semelhança física entre Gerson e a filha, Vitória.

Polêmica judicial intensa

No entanto, a bailarina recorda que a comprovação gerou novas controvérsias judiciais, com acusações de que ela teria cometido um crime ao colher o sangue do ator para o teste. Ela rebate essas críticas mencionando que, na ocasião, já possuía a curatela de Gerson e agia apenas para garantir o direito de paternidade da criança, classificando a postura dos opositores como monstruosa e fruto de uma perseguição irracional.