Família de Juca de Oliveira toma decisão após morte do ator

Artista estava internado em um leito de UTI no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.

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Figura bem quista e com prestígio na televisão brasileira, o ator Juca de Oliveira morreu neste sábado (21) na UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O artista de 91 anos estava internado por conta de um quadro de pneumonia e acabou não resistindo às complicações.

Apesar do artista ser muito admirado, os familiares optaram por adotar restrição nas cerimônias de velório e sepultamento. Diante disso, apenas entes próximos e amigos estarão autorizados a comparecerem ao local para prestar as últimas homenagens ao artista. O velório está programado para acontecer no Funeral Home, durante todo o sábado, enquanto o enterro será no cemitério do Araçá, na Zona Oeste da capital paulista.

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Juca de Oliveira deixa a esposa, Maria Luiza de Faro Santos, que é musicista, e a filha do casal, Isabella Faro de Oliveira. O ator foi hospitalizado na UTI do Sírio-Libanês na última sexta para tratar uma pneumonia e problema cardíaco. 

Filha se manifesta

Filha única de Juca de Oliveira, Isabella Faro de Oliveira conversou com a imprensa na entrada do velório do pai e destacou a trajetória do artista. Segundo ela, o dramaturgo e ator fez com que a família sempre respirasse arte, ensinamentos estes que estão a transpassar gerações. No comentário, ela citou que a filha de 4 anos dará continuidade ao legado do avô. 

“O Juca foi um pai maravilhoso. Eu sou filha única, eu trabalho com teatro. A gente sempre respirou teatro, eu não tenho palavras para agradecer ao meu pai, a gente era muito ligado. Tenho uma filha de 4 anos que era apaixonada por ele e eu acho que isso é o maior legado que ele tem. Ela ama teatro, provavelmente vai seguir a carreira dele e eu vou ter muito orgulho”, afirmou Isabella, em contato com os jornalistas. 

Trajetória sólida 

Detentor de uma carreira de prestígio, Juca de Oliveira ostentou trabalhos marcantes na televisão e no teatro, além de ter participado de dez longas-metragens. Na TV, ele deu vida a personagens de expressão, como João Gibão, na novela Saramandaia, de 1976, e também em O Clone, de 2001, onde viveu o doutor Albieri, um geneticista que foi responsável por promover um clone humano do protagonista vivido por Murilo Benício.