Carol Castro fica fora da lista no ‘Melhores do ano’ e diz se ficou magoada com a Globo: ‘Estava na expectativa…’

Carol Castro estava na expectativa após sua atuação como Clarice e comentou sobre a premiação da Globo.

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A atriz Carol Castro marcou presença no Prêmio do Humor, realizado no Rio de Janeiro na última segunda-feira, 16 de março, e aproveitou a ocasião para falar abertamente sobre sua carreira e momentos recentes. Em entrevista durante o evento, a artista comentou a ausência de seu nome entre os indicados ao prêmio Melhores do Ano, da Rede Globo, mesmo após a repercussão de sua atuação como Clarice na novela Garota do Momento.

Ao abordar o tema, a atriz admitiu que criou expectativas em torno da indicação, principalmente pelo reconhecimento que recebeu pelo papel ao longo do ano. Em meio ao desabafo, ela destacou: “Eu estava na expectativa, óbvio, porque eu senti que a Clarice foi um personagem muito marcante, muito especial”, reforçando o impacto que a personagem teve em sua trajetória profissional.

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Carol Castro diz não guardar mágoa da Globo

Apesar da frustração, Carol fez questão de deixar claro que não guarda ressentimentos em relação à emissora ou à premiação. Segundo ela, sua manifestação nas redes sociais foi apenas um reflexo de sua personalidade transparente, ressaltando que outros colegas também ficaram de fora da disputa, o que demonstra que a situação não foi isolada.

Durante o evento, a atriz também comentou sobre sua torcida no Prêmio do Humor, idealizado por Fábio Porchat. Ela revelou que estava dividida entre dois amigos indicados na mesma categoria e celebrou a homenagem ao veterano Marco Nanini, a quem demonstrou grande admiração pela trajetória artística.

Atriz comentou sobre diagnóstico de fibromialgia

Outro ponto abordado por Carol Castro foi o diagnóstico recente de fibromialgia, condição que, segundo ela, trouxe um novo entendimento sobre dores que já enfrentava há anos. A atriz relatou que receber o diagnóstico foi um momento de alívio, pois permitiu compreender melhor os sintomas e buscar formas de lidar com a síndrome. Além disso, destacou a importância de ampliar o debate sobre a doença, que muitas vezes é invisibilizada, especialmente entre mulheres.