Luma de Oliveira precisa chamar a polícia depois do que um grupo fez com ela na praia

Luma de Oliveira acionou a fiscalização ambiental em Búzios (RJ) neste domingo (15) após um grupo de banhistas se recusar a desligar o som alto.

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A atriz Luma de Oliveira, de 61 anos, acionou a polícia e a fiscalização ambiental neste domingo, dia 15 de março, contra um grupo de banhistas que utilizava som alto na Praia da Ferradura. O episódio ocorreu em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde a ex-modelo possui residência e costuma frequentar.

Em uma publicação detalhada em seu perfil no Instagram, plataforma onde acumula mais de 240 mil seguidores, Luma explicou que tentou resolver a situação de forma direta antes de buscar as autoridades. Ela relatou que chegou a pedir pessoalmente ao grupo que desligasse o aparelho, mas desabafou com o público que a sua solicitação foi sumariamente ignorada pelos presentes.

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Recusa de banhistas e acionamento da delegacia

“Pedi a um grupo na praia para desligar o som, que era proibido pela lei ambiental. Disseram que não desligariam”, escreveu a ex-modelo em sua rede social, expondo a resistência encontrada durante a abordagem inicial. Diante da negativa e da insistência no ruído, ela afirmou que procurou ajuda na delegacia da região para que as normas vigentes na localidade fossem devidamente aplicadas.

Segundo o relato da atriz, a solicitação foi prontamente atendida pelas autoridades policiais, o que resultou no deslocamento imediato de fiscais até a areia da Praia da Ferradura para verificar a infração. Os fiscais “vieram para fazer valer a lei”, escreveu a atriz, ressaltando que, logo após a chegada da fiscalização municipal, o grupo foi obrigado a desligar o aparelho de som de forma definitiva.

Divulgação da lei ambiental e proibição local

Na mesma postagem realizada em seus stories, Luma de Oliveira fez questão de compartilhar com os seus seguidores o print de uma pesquisa confirmando que o uso de caixas de som é proibido naquela praia específica. A iniciativa serviu para reforçar o embasamento legal de sua reclamação, demonstrando que a restrição sonora é uma norma ambiental estabelecida para preservar o sossego e o ecossistema da região.