Passados 30 anos do acidente aéreo que vitimou precocemente todos os integrantes da icônica e irreverente banda Mamonas Assassinas, Aninha Almeida utilizou as suas redes sociais para prestar uma homenagem comovente ao seu ex-namorado.
Na época da fatídica queda do jatinho, ocorrida na noite de 2 de março de 1996, na região da Serra da Cantareira, em São Paulo, ela namorava o talentoso guitarrista Bento Hinoto. Nesta última segunda-feira, dia 2 de março de 2026, data que marca exatamente as três décadas da tragédia, Aninha abriu o coração em um desabafo emocionado sobre a imensa saudade deixada pela perda do músico, que faleceu com apenas 25 anos de idade.
Legado e carinho inabalável do público
Em seu texto compartilhado na internet, ela fez questão de exaltar o legado duradouro construído pelo artista e o carinho inabalável que o público brasileiro ainda mantém pela banda, mesmo após tanto tempo de ausência. “Nesses 30 anos de ausência física, restou o carinho e o reconhecimento das pessoas e do público. Isso não é pouco”, escreveu a ex-namorada, evidenciando a força da marca deixada pelo grupo em uma geração inteira.
Aninha ressaltou profundamente que a memória e a essência de Bento permanecem mais vivas do que nunca através de sua arte. Para ela, a presença do guitarrista ainda é sentida em cada acorde tocado e lembrado pelos fãs ao longo destas três décadas. “Enquanto o som da sua guitarra continuar ressoando, nada mudou”, garantiu ela, mostrando como a música tem o poder de transcender barreiras.
Saudade dos amigos e comoção na web
Ao finalizar o belo tributo, ela também fez questão de lamentar a partida precoce de todos os membros do grupo, que viviam o auge absoluto do sucesso nacional e esbanjavam alegria por onde passavam. “Perdi cinco amigos talentosos e bondosos, e você era o melhor músico. Do tempo ninguém vence. Mas está tudo bem!”, concluiu Aninha de forma serena. A publicação rapidamente comoveu os internautas, que lotaram a página com diversas mensagens de apoio, nostalgia e solidariedade nos comentários, provando que os Mamonas Assassinas jamais serão esquecidos.

Alberto
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