Prestes a lançar um novo projeto musical, Luísa Sonza utilizou suas redes sociais neste domingo (1º) para desabafar sobre os impactos emocionais que sucederam a era Escândalo Íntimo. Através de um longo texto, a cantora compartilhou reflexões sobre suas inseguranças e o amadurecimento forçado por crises recentes, destacando como o atual processo de criação reflete um estado de espírito conturbado.
No começo de seu relato, Luísa não escondeu a vulnerabilidade ao afirmar que se sente diante de um novo capítulo de sua trajetória profissional e pessoal. “Mais um álbum que vem pra seguir contando minha história na música. O que eu tô sentindo? Medo. Muito medo”, confessou.
Medo e transformação
Ela relacionou esse sentimento diretamente aos episódios conturbados que enfrentou, pontuando que os acontecimentos, incluindo a repercussão pública de sua vida amorosa, deixaram marcas profundas: “Medo porque, após o Escândalo Íntimo e os escândalos íntimos que viraram minha vida de cabeça pra baixo, me mudaram quase que por inteiro”. Ao tocar no assunto da traição vivida anteriormente, ela enfatizou que a mudança é definitiva ao declarar: “Eu não sou a mesma de antes e nem nunca mais quero ser”.
Reflexões sobre culpa, vícios e amadurecimento
Ainda em seu desabafo, Luísa Sonza explorou as lições e os paradoxos que definem sua fase atual, demonstrando aceitação sobre sua trajetória ao declarar: “Mesmo assim, me orgulho do que um dia fui e de tudo que consegui fazer”. Ao detalhar a temática de seu próximo trabalho, a artista antecipou que o foco narrativo estará no amadurecimento, explicando: “Nesse próximo álbum, eu falo principalmente das coisas que sobram nessa fase da vida adulta”.
Luísa também adotou um tom de honestidade brutal sobre sua vida privada e hábitos, reconhecendo: “Tenho meus vícios, gosto de sexo, bebida, fumo às vezes, mas pouco, por conta da voz”, ciente de que sua conduta nem sempre é bem-vista por todos.
A cantora gaúcha aprofundou o relato ao mencionar dilemas existenciais e origens familiares, expondo: “Tento ser boa, mas às vezes sinto que a vida me implora pra ser ruim. Tenho minhas questões com a culpa cristã e nasci fruto de uma traição, quase que a igreja não me batiza. Tenham piedade de nós”.
Por fim, Luísa encerrou sua reflexão com uma visão filosófica sobre a condição humana e a busca por empatia, concluindo: “Enfim… todos nós caímos do céu em algum momento. Quem somos nós pra julgar? A vida é assim, meio bruta mesmo, mas não deixa de ser um paraíso”.

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