A exumação dos restos mortais dos integrantes dos Mamonas Assassinas trouxe uma revelação inesperada nesta quarta-feira (25). Segundo familiares, a jaqueta de Dinho estava intacta dentro do caixão, três décadas após o acidente aéreo que vitimou a banda.
A informação foi divulgada por Jorge Santana, primo do cantor e CEO da marca ligada ao grupo. Ele afirmou que o estado da peça surpreendeu a todos. “A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, declarou. O relato emocionou fãs e reacendeu a memória da tragédia que marcou a música brasileira.
Exumação dos restos mortais dos integrantes do Mamonas Assassinas é para criar memorial
A exumação integra um projeto de memorial vivo que será inaugurado na sexta-feira (27), em parceria com o BioParque Cemitério de Guarulhos. A iniciativa prevê a cremação de uma pequena parte dos restos mortais para transformá-los em adubo destinado ao plantio de cinco árvores, uma para cada integrante da banda.
Espaço de homenagem para os cinco jovens de Guarulhos
O objetivo é criar um espaço permanente de homenagem aos cinco jovens de Guarulhos (Cidade da Grande São Paulo onde nasceram e cresceram), mantendo viva a história dos artistas que marcaram os anos 1990 com irreverência e sucesso nacional.
A proposta busca transformar luto em símbolo de continuidade. Trinta anos após a tragédia, os Mamonas Assassinas seguem como fenômeno cultural. A criação do memorial reforça o legado do grupo e oferece aos fãs um novo local de homenagem e memória.
