Babu Santana detona Ana Paula no BBB26: ‘porque ela é magra, branca, loira e de olhos claros…’

Babu afirmou que as atitudes da sister só são toleradas pelo público devido a um privilégio branco.

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O clima de tensão e as articulações políticas seguem a todo vapor no reality show BBB26 (Big Brother Brasil 26), da TV Globo. Durante uma conversa franca, os participantes Babu, Breno e Solange teceram duras críticas ao jogo de Ana Paula, avaliando de forma bastante afiada as estratégias e o comportamento da sister no confinamento.

Babu assumiu a linha de frente da análise e acusou a jornalista de manipular e atropelar os próprios aliados dentro do programa. “Ela quer que a gente faça o que ela quer, ela fala de comedor de cérebro, mas ela também é a maior comedora de cérebro”, disparou o brother. Solange concordou rapidamente com a leitura do colega, acrescentando que Ana Paula “comanda as pessoas que ela faz de súditos dela, não amigos”.

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Cobrança de posicionamento

Durante o bate-papo, Babu também relembrou a recente confusão envolvendo Ana Paula e Alberto Cowboy, minimizando o escândalo feito pela sister e duvidando de sua real disposição para o confronto. “Ela fez aquele show todo com o Cowboy. […] queria ver se ela ia dar [tapa] nele, ia nada”, provocou. Porém, Chaiany não deixou a fala passar impune e confrontou a atitude de Babu de reclamar apenas pelas costas, cobrando uma postura direta: “Mas também tem que falar para ela, tem que se posicionar com ela”, opinou.

Em seguida, o alvo das críticas passou a ser a aliança de Juliano com a jornalista. Sem papas na língua, Babu acusou o colega de confinamento de forçar uma aproximação premeditada. Para ele, Juliano estaria movido apenas pelo interesse no suposto favoritismo de Ana Paula junto ao público externo.

Privilégio branco e comparação com Karol Conká

Para arrematar a discussão, o brother levantou um debate racial ao apontar que Ana Paula é constantemente beneficiada por um privilégio branco. Na visão dele, a agressividade da sister só é tolerada pelos telespectadores devido ao seu padrão estético.

“Essa personagem de perversidade, falar alto e ser grossa só serve para ela porque ela é magra, branca, loira e de olhos claros. Se não fosse esse estereótipo dela, essa mulher já tinha saído no primeiro Paredão com 90% [dos votos] do público. Estou falando desse privilégio branco, que ela se aproveita, não é de hoje”, disparou.

Breno endossou totalmente a tese e comparou a situação com a dura rejeição sofrida por uma cantora negra em edições anteriores do programa. “Karol Conká tinha um comportamento tão agressivo quanto e foi julgada muito pior”, concluiu Breno, encerrando a análise sobre a dualidade de critérios do público.