Mariana Polastreli expõe exigências de Eduardo Costa no relacionamento: ‘Meu mundo desabou’

Empresária conta como mudou rotina e modelo de trabalho após ultimato do cantor, mas reforça independência financeira.

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Ao detalhar a reestruturação de sua vida cotidiana após iniciar o romance com Eduardo Costa, a empresária Mariana Polastreli revelou que o cantor estabeleceu certas exigências para a continuidade do relacionamento, focando em sua disponibilidade e presença no lar. Em um desabafo com seu público, ela recordou as palavras do sertanejo: “Ele disse: ‘a gente não vai dar certo se você tiver que continuar nessa vida. Você vai ter que estar disposta a se reinventar. Eu não quero — força de expressão — uma mulher nessa correria em que você vive’”.

Mariana confessou que a imposição gerou um impacto emocional imediato, admitindo que: “Na hora em que ele disse isso para mim, meu mundo desabou”, já que ela dedicou mais de uma década à gestão direta de duas lojas físicas, acumulando funções que iam desde viagens de compras até o atendimento ao cliente.

Reinvenção profissional feminina

Diante do ultimato, ela optou por transformar seu modelo de negócio para o formato home office, buscando um equilíbrio entre as demandas do marido e sua autonomia financeira, pontuando que: “Peguei o que ele disse e adaptei à minha realidade” e reiterando sua postura de independência ao declarar que: “Sempre falei que não quero depender de homem”.

Novo estilo de vida e divisão de papéis

A influenciadora explicou que a nova configuração familiar foi fruto de um processo de negociações entre o casal, revelando que: “Eu tive que abrir mão de umas coisas, e ele de outras. Trabalhar fora era uma coisa que ele não aceitava”.

Hoje, além de gerirem empreendimentos em comum, ela atua ativamente na organização da carreira do sertanejo, defendendo que: “Meu papel como esposa é falar: ‘vai trabalhar em paz’. Se o homem está correndo atrás, a gente tem que estar junto”.

Mãe de três filhos de sua união anterior, Mariana ressaltou que sua postura atual rompe com a ideia de passividade, afirmando que: “Existem mulheres que nasceram para ser servidas, e eu não estou acostumada a isso”. Mesmo contando com auxílio doméstico, ela faz questão de centralizar as decisões do lar e ofereceu sua perspectiva sobre a dinâmica do casal ao ponderar que: “Meu marido me serve assim como eu o sirvo, então nós nos completamos”.

Ao justificar a escolha por trabalhar em casa, ela relembrou a lógica estabelecida na relação: “Ou você sai, ou eu saio, e eu tenho que sair para trabalhar, então você tem que ficar em casa”, mas fez questão de enfatizar que mantém sua autonomia financeira ao declarar que: “Graças a Deus, hoje tenho meu dinheiro, independente dele”.