O clima segue pesado no Big Brother Brasil 26 nesta sexta-feira, dia 13 de fevereiro, repercutindo intensamente os desdobramentos da quinta Prova do Líder. A recreadora infantil Milena, que já havia demonstrado irritação ao ser eliminada da disputa pelo veterano Alberto Cowboy, redirecionou sua fúria para outra participante: a estudante Gabriela. Para a babá, a conduta da sister durante a dinâmica evidenciou uma fragilidade de personalidade que compromete seu jogo individual.
Segundo a análise feita por Milena em conversa com aliados, Gabriela teria sido usada como peça de manobra por seu grupo. A pipoca afirmou que a estudante não teve autonomia para tomar decisões durante a prova, limitando-se a executar ordens alheias sobre quem deveria receber os castigos da dinâmica. “Eles botaram a Gabi pra sentar porque ela é manipulável! Ela sentava e falava: ‘Quem é que eu vou mandar pra gosma?’ e eles decidiam quem ela ia mandar. Ela não decidia por ela”, disparou a recreadora.
‘Uma cachorrinha’
A indignação de Milena escalou para ofensas diretas quando o assunto se aprofundou na suposta submissão de Gabriela. Furiosa com o que considerou uma falta de personalidade, a participante utilizou um termo pejorativo para definir a colega de confinamento, comparando-a a um animal domesticado que apenas segue comandos. “Se saísse o eliminado, eles estavam falando e obedecendo. Uma cachorrinha, isso que ela é”, detonou Milena, sem esconder o desprezo pela atitude da rival.
Chaiany, que também participava da conversa no quarto, concordou plenamente com a leitura de jogo feita pela amiga. Para ela, a influência do grupo adversário foi tão nociva que prejudicou Gabriela financeiramente dentro da competição. “Era pra ela ter pegado os 20 mil, mas ficaram na cabeça dela”, lamentou a sister, sugerindo que a pressão psicológica dos aliados fez com que a estudante abrisse mão de um prêmio em dinheiro significativo.
Ironia sobre manipulação
Ana Paula Renault, que ouvia atentamente o desabafo, aproveitou o momento para apontar o que considera uma hipocrisia no discurso dos adversários. Em tom provocativo, a jornalista ressaltou que, embora ela seja frequentemente taxada de manipuladora dentro da casa, as atitudes concretas de controle partem justamente do grupo oposto.
