BBB26: Ministério Público de São Paulo se manifesta e diz a verdade sobre caso de Matheus

Especulações estão tomando conta da internet sobre caso de justiça envolvendo Matheus do BBB26.

PUBLICIDADE

Nos últimos dias, uma onda de notícias e publicações nas redes sociais apontou uma suposta denúncia por homofobia contra Matheus Moreira, participante do BBB26. As informações indicavam que o caso estaria em análise no Ministério Público de São Paulo (MP-SP), o que rapidamente gerou repercussão dentro e fora do reality. Procurado pela reportagem, porém, o órgão afirmou que não há qualquer procedimento aberto até o momento.

De acordo com os conteúdos que circularam, a representação teria sido apresentada por Agripino Magalhães, deputado federal suplente por São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIAPN. As publicações chegaram a afirmar que o MP-SP teria aceitado os argumentos e que um inquérito estaria prestes a ser instaurado, algo que não foi confirmado oficialmente.

Ministério Público nega denúncia e investigação

Em resposta direta, o MP-SP esclareceu que não recebeu nenhuma representação relacionada ao participante do BBB26. “O MPSP informa não ter recebido até o momento a representação”, informou o órgão por meio de sua assessoria. Questionado novamente se havia investigação em curso, a resposta foi objetiva: “Não, por enquanto não”. Ou seja, não existe denúncia formal nem apuração aberta contra Matheus Moreira.

A polêmica teve origem após cenas exibidas no programa em que Matheus teria reproduzido um comportamento interpretado como estereotipado durante uma festa. O médico Marcelo Alves se emocionou ao comentar o episódio e relatou incômodo com a situação, enquanto Juliano Floss também demonstrou desconforto ao lembrar de um cântico considerado homofóbico, comum em ambientes esportivos.

Defesa se manifesta e cita meme popular

Diante da repercussão, a equipe de Matheus divulgou nota afirmando que as interpretações não refletem a realidade dos fatos. Segundo o participante, não houve intenção de ofender ou desrespeitar a comunidade LGBTQIAP+. A defesa sustenta que o episódio foi inspirado no meme “trava na pose”, já usado anteriormente por ele de forma leve e sem conotação pejorativa.

A nota também reconhece o incômodo de quem se sentiu atingido e pede que o debate ocorra com responsabilidade, evitando julgamentos precipitados. Até agora, oficialmente, o caso segue restrito ao debate público e às redes sociais.