De médico a vendedor ambulante: isto é o que os Pipocas do BBB26 faziam antes da fama

Lista reúne ocupações dos 14 anônimos que marcaram presença na casa mais vigiada do país.

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O BBB26 apresenta um elenco diversificado no grupo Pipoca, composto por anônimos de diferentes partes do país. Ao todo, 14 competidores entraram no confinamento, sendo dez selecionados por meio de votações do público e quatro que garantiram vaga após a dinâmica do Quarto Branco. Esses participantes deixaram suas rotinas diárias e carreiras para disputar o prêmio final, que nesta temporada atinge o valor de R$ 5,4 milhões. A seleção contempla representantes de todas as cinco regiões do Brasil, trazendo uma ampla variedade de experiências profissionais e histórias de vida para a competição televisionada.

Entre os participantes com formação superior ou carreiras estabelecidas, Brígido destaca-se como engenheiro de produção. O amazonense também atua como empresário e diretor-executivo de uma escola de ensino regular fundada pela família há 41 anos. Outro destaque na área da saúde é Marcelo, que hoje trabalha como médico do Sistema Único de Saúde (SUS), embora possua experiência prévia como barbeiro e na produção de bolos por encomenda. No campo jurídico, Jordana é formada em direito e já atuou como advogada, conciliando a atividade com trabalhos de modelo fotográfica. Gabriela, estudante de psicologia, comercializa doces em São Paulo para complementar a renda.

Trajetórias no comércio e serviços gerais

Muitos competidores possuem histórico no comércio e serviços, acumulando funções variadas ao longo da vida. Leandro, atualmente produtor cultural, possui um histórico de auxílio familiar desde a infância, tendo vendido picolé e amendoim torrado na feira, além de raspar cana. Pedro, de 23 anos, atua como vendedor ambulante de flores e trufas. Matheus exerce a função de motorista de aplicativo e professor de boxe, tendo também trabalhado como empacotador e garçom durante período em que residiu em Portugal. Chayane entrou no programa desempregada, mas seu histórico profissional inclui experiências como vendedora, garçonete e auxiliar no negócio de refrigeração do pai.

O meio artístico e o universo digital também estão representados no elenco de anônimos. Marciele, de Manaus, atua como influenciadora digital e empreendedora, sendo conhecida como a “cunhã-poranga” do Boi Caprichoso no Festival de Parintins há quase dez anos. Sua trajetória é marcada pela origem humilde, vindo de uma família que se sustenta da agricultura e produção de farinha. Maxiane é outra participante que atualmente se dedica a ser influenciadora digital, embora já tenha sido professora de História. Paulo Augusto concilia a graduação em medicina veterinária, iniciada aos 16 anos, com o trabalho de influenciador. Breno divide a rotina entre a carreira de modelo, a formação em biologia e biotecnologia, e a promoção de eventos.

Experiências em atendimento e cuidados

A lista de ocupações completa-se com perfis dedicados ao cuidado e atendimento direto ao público. Milena trabalha como babá e recreadora de festas, conciliando essas atividades com o tempo dedicado às crianças, após já ter atuado como doméstica. Samira, antes de ingressar na casa mais vigiada do país, trabalhava como atendente de bar e possuía experiência anterior como caixa ambulante em festas. A diversidade de profissões ilustra as diferentes realidades socioeconômicas dos participantes que buscam transformar suas vidas através do prêmio milionário oferecido pelo programa, abandonando seus ofícios anteriores pela exposição em rede nacional.