BBB26: Após susto com Henri Castelli, participante desiste da prova do líder; cinco seguem na disputa

Disputa pela primeira liderança continua com cinco participantes enquanto ator passa por exames após mal-estar na dinâmica.

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A disputa pela primeira liderança do Big Brother Brasil 26 segue intensa, mas com um concorrente a menos. Na tarde desta quarta-feira, 14 de janeiro, o participante Breno optou por deixar a Prova do Líder. Integrante do grupo Pipoca, ele se retirou da competição após suportar mais de 18 horas na dinâmica de resistência. Com sua saída, ele se tornou o 16º a abandonar a atividade, restringindo o campo de competidores que almejam a imunidade e o poder de indicação ao paredão na semana de estreia do reality show.

Previamente à decisão de Breno, Babu Santana já havia se retirado da dinâmica, sendo o 15º eliminado. Desta forma, a prova permanece ativa com apenas cinco nomes buscando a vitória: Alberto Cowboy, Edilson, Jonas Sulzbach, Marciele e Sarah Andrade. O teste exige resiliência física e mental dos confinados, que enfrentam longas horas sem dormir e sob esforço constante para garantir a posição de liderança. A resistência dos participantes restantes será determinante para definir os rumos do jogo nos próximos dias.

Participantes restantes na disputa

Além das eliminações naturais da prova, o desafio foi marcado por um episódio delicado envolvendo Henri Castelli. O ator sofreu uma convulsão durante a manhã, gerando preocupação imediata entre os colegas. Sarah Andrade chorou ao presenciar a cena, enquanto Marciele se afastou para não ver o participante passando mal. Na tentativa de auxiliar, Alberto Cowboy abanou o ator e Jonas Sulzbach realizou uma oração. Embora a produção tenha confirmado inicialmente que Henri estava bem, a situação demandou atenção especializada, especialmente após Sarah recordar que ele já havia manifestado vontade de desistir antes do ocorrido.

Seguindo os protocolos de saúde do programa, a TV Globo emitiu uma nota informando que Henri Castelli foi encaminhado ao hospital para a realização de exames. Apesar de ter retornado à casa do confinamento após a avaliação clínica, o ator voltou a sentir um mal-estar pela segunda vez. A sequência de eventos levantou discussões sobre os limites físicos enfrentados pelo elenco em provas extremas. É relevante pontuar que um episódio convulsivo único não indica necessariamente epilepsia, podendo ser desencadeado por fatores pontuais como exaustão extrema ou picos emocionais.

Avaliação médica e riscos físicos

Para compreender os riscos associados a dinâmicas de alta intensidade, a neurologista Ana Carolina Gomes, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, esclareceu que tais quadros podem resultar do acúmulo de estresse, privação de sono e desidratação. Mesmo indivíduos sem histórico de crises podem apresentar um episódio isolado devido à sobrecarga do organismo. Sobre a reação fisiológica a essas condições adversas, a especialista afirmou: “Quando uma pessoa passa muitas horas sob estresse intenso, dorme pouco, se esforça além do habitual e pode ficar desidratada ou com pouca energia, o corpo entra em sobrecarga“.