Tati Machado relembra a morte do pai e revela qual foi a atitude de Ana Furtado naquela ocasião

A apresentadora global falou sobre o momento difícil que enfrentou com o falecimento do pai.

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A apresentadora Tati Machado relembrou momentos delicados sobre a morte de seu pai em entrevista ao programa Conversa Vai, Conversa Vem, do jornal O Globo. Durante o bate-papo com a jornalista Maria Fortuna, ela detalhou o dia em que precisou acionar um chaveiro para entrar no apartamento do progenitor.

Ao conseguir acesso ao imóvel de madrugada, familiares encontraram o homem caído no corredor do banheiro ainda com vida. Segundo o relato publicado pelo jornal O Globo, a comunicadora permaneceu no corredor enquanto seu irmão e um amigo realizavam a busca inicial nos cômodos.

A artista explicou que o pai foi vítima de um aneurisma cerebral e que a situação ocorreu em julho de 2021. Na ocasião, ela descobriu que ele não possuía plano de saúde, o que resultou em um atendimento realizado em uma unidade de saúde pública.

Apoio de Ana Furtado e cuidados médicos

Tati Machado revelou no Conversa Vai, Conversa Vem que recebeu uma oferta de ajuda da apresentadora Ana Furtado no período da internação. A colega de emissora propôs intermediar o contato com o renomado neurocirurgião Paulo Niemeyer para avaliar o quadro clínico do paciente.

Apesar da proposta, Tati optou por seguir com os procedimentos que já estavam em andamento no hospital. Conforme as informações do jornal O Globo, o pai da apresentadora passou por uma cirurgia em estado de coma, mas não resistiu e faleceu poucos dias depois.

Sentimentos de culpa e reflexões familiares

A comunicadora compartilhou com Maria Fortuna que enfrenta um sentimento constante de culpa emocional, embora compreenda racionalmente que não teve responsabilidade. Ela questiona se o desfecho seria diferente caso tivesse chegado ao local mais cedo ou mantido contato por mensagens naquela manhã.

A global mencionou que o pai era uma pessoa extremamente independente e que possivelmente enfrentaria sequelas graves caso sobrevivesse. Tati Machado concluiu o relato ao jornal O Globo afirmando que sente como se o pai tivesse resistido até sua chegada para poupá-la de um sofrimento maior.