Nos próximos capítulos de Três Graças, o público vai acompanhar uma sequência de acontecimentos chocantes que prometem elevar o nível de tensão da trama. Arminda, interpretada por Grazi Massafera, cruzará de vez a linha do que é aceitável ao cometer um assassinato dentro da própria mansão.
Célio, vivido por Otávio Müller, será a vítima dessa reviravolta macabra, que mostrará até onde a vilã é capaz de ir para proteger seus interesses e manter seus segredos a salvo. A cena será marcada por frieza, cálculo e uma ausência total de remorso, deixando claro que ela não sente nenhum peso na consciência pelo crime.
Arminda tenta se desfazer do corpo
Logo após o assassinato, Arminda tentará resolver o problema da forma mais prática possível: dando um fim ao corpo. A princípio, ela pensará em recorrer a Ferette, acreditando que ele seria a pessoa ideal para esse tipo de serviço. No entanto, o plano irá por água abaixo quando ela descobrir que ele está internado após sofrer um infarto. Sem essa alternativa, a vilã precisará improvisar, e essa mudança de planos vai abrir espaço para situações ainda mais perturbadoras e inesperadas.
Segundo Rodolfo Carvalho, colunista do RDN, é nesse momento que entra em cena Helga, a cuidadora noturna de Josefa. A personagem, que até então parecia discreta e sem grande importância, revelará um lado sombrio e assustador. Ao presenciar tudo em silêncio, ela se oferecerá para ajudar Arminda a se livrar do corpo, demonstrando uma naturalidade assustadora diante da situação. Sua fala e postura indicarão que aquilo não é novidade para ela, o que deixará a vilã surpresa, mas também aliviada. Juntas, as duas esconderão o cadáver em um dos quartos da mansão, justamente onde antes ficava a famosa estátua das Três Graças, criando uma ironia sombria para os telespectadores.
Joaquim entra em choque com pedido de Arminda
Enquanto isso, Arminda perceberá que não pode contar apenas com Helga para resolver o problema por completo. Precisando de alguém que ajude a transportar o corpo, ela se lembrará de Joaquim, com quem estará se envolvendo às escondidas nessa fase da trama. Usando seu jeito manipulador, ela entrará em contato com ele e fará um pedido aparentemente inocente, sugerindo que precisa de ajuda para retirar um objeto pesado de casa. Mesmo desconfiado, Joaquim acabará cedendo à insistência dela.
Ao chegar na mansão, ele se deparará com uma cena que o deixará completamente fora de si: o corpo sem vida de Célio. “O cara está morto!“, dirá ele. O choque será imediato, e ele não conseguirá esconder o desespero. Já Arminda, ao contrário, manterá uma postura fria e irônica, tratando a situação como algo banal, quase corriqueiro. Essa diferença de reações deixará ainda mais evidente o abismo moral que separa os dois.
Tentando entender o que está acontecendo, Joaquim questionará se foi Arminda quem matou Célio. Ela, por sua vez, evitará falar sobre o passado e deixará claro que o que importa agora é o que vem pela frente. Seu objetivo será apenas um: tirar o corpo dali o quanto antes. Para isso, ela exigirá que Joaquim providencie o transporte, mostrando que não está disposta a ouvir negativas.
O problema é que Joaquim não aceitará participar de algo tão grave. Mesmo pressionado, ele se recusará a ajudar, alegando que não quer se envolver em um crime desse porte. A resposta não agradará nada Arminda, que então revelará saber do envolvimento dele no roubo da estátua. Mesmo assim, ele continuará irredutível, o que fará a vilã perder a paciência de vez.
Sem outra alternativa, Arminda partirá para a chantagem e a ameaça direta. Ela deixará claro que, se Joaquim contar algo a alguém, terá o mesmo destino de Célio. A cena será carregada de tensão, mostrando o quanto a personagem é capaz de ser cruel e perigosa. Sem saída, ele ficará acuado, entendendo que está preso em uma armadilha da qual pode não conseguir escapar.
