Coração Acelerado – estreia: Zilá incrimina a própria irmã para tirá-la do seu caminho

Janete cai na história de Zilá e acredita ter tirado a vida de um homem, na novela das sete.

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A nova novela das sete, Coração Acelerado, levada ao ar na tela da Globo, já estreia com o pé no acelerador e um crime que vai ditar todo o rumo da história, sendo um divisor de águas para a vida de Zilá e Janete.

Logo no primeiro capítulo, uma morte trágica unirá as irmãs Zilá (Leandra Leal) e Janete (Leticia Spiller) num pacto de silêncio, mas uma testemunha inesperada guarda o segredo que pode destruir tudo anos depois.

Segundo Fernanda Lopes, do site Notícias da TV, a vilã empurra Jean Carlos de um barranco para proteger o seu passado, mas convence Janete de que ela foi a responsável pela morte. O que Zilá não sabe é que uma criança viu tudo.

Zilá mata vilão e faz a própria irmã acreditar que é assassina em Coração Acelerado

O ponto de partida da trama de Maria Helena Nascimento e Izabel de Oliveira é um confronto mortal. Janete vive sob a sombra de Jean Carlos (Ricardo Pereira), um bandido do seu passado que exige a guarda da filha, Agrado (Isadora Cruz). Ao tentar proteger a menina, Janete envolve-se numa discussão acalorada com o criminoso à beira de um barranco.

Durante a briga, Janete desequilibra-se e cai na ribanceira. É nesse momento que Zilá entra em cena. Ao ser ameaçada por Jean Carlos, que promete revelar segredos do passado da megera, Zilá perde o controle e dá um empurrão fatal no vilão. Jean Carlos despenca, bate com a cabeça numa pedra e morre instantaneamente.

Zilá mente para Janete

Ao ver que a irmã sobreviveu à queda, Zilá arquiteta um plano diabólico em segundos. Quando Janete acorda, atordoada e sem memória clara do que aconteceu, Zilá afirma categoricamente que foi a irmã quem matou o bandido em legítima defesa. Sentindo-se culpada e com medo da prisão, Janete aceita o conselho e desaparece.

O que Zilá nem desconfia é que o crime teve uma plateia. Cinara (que, na fase adulta, será vivida por Ramille), uma criança que estava escondida na parte de baixo do barranco, presenciou todo o assassinato. A menina grava na memória o rosto de Zilá e, principalmente, a roupa espalhafatosa que ela usava no momento.