Taís Araújo, que viveu uma Helena fracassada de Manoel Carlos, publica linda mensagem: ‘Jamais será’

Atriz Taís Araújo deu vida a Helena em Viver a Vida e sua protagonista não caiu no gosto do público.

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Manoel Carlos morreu neste sábado (10), deixando um dos legados mais marcantes da história da teledramaturgia brasileira. Autor de novelas da Globo que atravessaram gerações, o escritor foi responsável por criar personagens inesquecíveis, especialmente as famosas Helenas, protagonistas femininas complexas e profundamente humanas.

A notícia de sua morte mobilizou artistas, fãs e colegas de profissão, que usaram as redes sociais para prestar suas últimas homenagens ao novelista que ajudou a construir a identidade da TV brasileira. Entre as manifestações mais emocionantes está a de Taís Araújo, que interpretou uma das Helenas mais comentadas da carreira de Manoel Carlos.

Homenagem de Taís Araújo a Manoel Carlos

Taís Araújo publicou uma mensagem tocante em despedida ao autor: “Obrigada por ter acreditado em mim e por ter me transformado. E, principalmente, obrigada por fazer o Brasil sonhar e ser mais bonito. Seu legado na teledramaturgia jamais será esquecido por todos nós”. A declaração rapidamente repercutiu entre fãs, colegas de elenco e profissionais da dramaturgia.

Helena fracassada em Viver a Vida

A parceria entre Taís Araújo e Manoel Carlos aconteceu na novela Viver a Vida (2009), produção da Globo dirigida por Jayme Monjardim. Na trama, a atriz viveu Helena, uma modelo profissional que acabou recebendo rejeição de parte do público e da crítica, sendo frequentemente descrita como distante e pouco carismática.

Além disso, a personagem se tornou fracassada ao ser ofuscada pelo sucesso da história de Luciana, interpretada por Alinne Moraes, que enfrentava a tetraplegia após um acidente. Anos depois, a esposa de Lázaro Ramos analisou a experiência com maturidade e reconheceu que o resultado final da novela foi consequência de decisões coletivas. A atriz avalia que houve equívocos na condução da história e uma leitura equivocada sobre o momento do país e do público.