Dona de Mim chega à reta final consolidando Rosa como o principal eixo emocional da história. Interpretada por Suely Franco, a personagem conquistou o público e se tornou um dos maiores acertos da produção das sete. Para a autora Rosane Svartman, o protagonismo da matriarca foi essencial para criar uma conexão profunda com os telespectadores, especialmente por abordar, de forma sensível, o tema do Alzheimer dentro do núcleo familiar.
A autora da novela das sete da Globo revela que já previa essa identificação do público, pois acreditava no impacto da combinação entre uma narrativa delicada e a força cênica de Suely Franco. Desde a concepção da trama, Rosa foi pensada como o pilar da família e como uma personagem capaz de emocionar e gerar empatia.
Sucesso de Rosa em Dona de Mim
Conforme Márcia Pereira, do Notícias da TV, o sucesso, segundo Rosane, também é fruto do trabalho coletivo da equipe de roteiristas, com destaque para Jaqueline Vargas e Mario Viana, responsáveis por desenvolver a personagem com profundidade e humanidade.
Mantendo o mistério sobre o último capítulo de Dona de Mim, a novelista comenta que a obra seguiu caminhos menos idealizados no romance, principalmente no arco de Leo (Clara Moneke) e Samuel (Juan Paiva), deixando as respostas sentimentais reservadas para o desfecho da trama.
Trajetória da novela das sete da Globo
Ao analisar a trajetória da novela, Rosane faz um balanço extremamente positivo, atribuindo o resultado ao planejamento cuidadoso e à sintonia da sala de roteiro. As principais viradas foram mantidas e a história permaneceu fiel à proposta inicial, sustentada por bons índices de audiência e aprovação do público.
Além do sucesso na televisão, Rosane Svartman também celebrou, em 2025, o lançamento da série Vermelho Sangue no Globoplay. A autora demonstra entusiasmo com a continuidade da saga da lobimoça, mesmo sem revelar detalhes ou datas para a próxima temporada, alimentando ainda mais a curiosidade dos fãs.
