Esse teria sido o último recurso usado por Paolla Oliveira e Diogo Nogueira para salvar a relação

Psicologia explica motivos que levam casais a buscarem viagens para resolver crises e aponta ineficácia da estratégia em problemas profundos.

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O anúncio do fim do relacionamento entre Paolla Oliveira e Diogo Nogueira, realizado nesta segunda-feira (22), confirmou o término da união de quase cinco anos. A decisão foi comunicada por meio de uma publicação conjunta nas redes sociais, encerrando um ciclo que, segundo informações de bastidores, já enfrentava instabilidades.

De acordo com o colunista Lucas Pasin, do portal Metrópoles, o casal vivenciava uma crise há alguns meses e, na tentativa de reverter o desgaste, realizou uma viagem a dois recentemente. A estratégia, no entanto, não surtiu o efeito desejado, culminando na oficialização do rompimento definitivo entre a atriz e o cantor.

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Esse movimento de buscar um refúgio turístico para solucionar conflitos conjugais tem sido observado em outras separações de figuras públicas mencionadas na mídia. Relatos apontam que Ivete Sangalo e Daniel Cady, assim como Zé Felipe e Virgínia Fonseca, teriam recorrido a viagens românticas meses antes de seus respectivos divórcios virem a público.

A eficácia desse método é questionada pela psicologia, uma vez que o deslocamento físico não resolve questões estruturais do relacionamento. Portanto, sem abordar a raiz dos problemas, o alívio torna-se apenas temporário.

Solução pode não surtir efeito

Além de não solucionar as divergências, o isolamento a dois pode intensificar os atritos preexistentes. A convivência ininterrupta, longe das distrações do trabalho e da rotina familiar, tende a evidenciar as incompatibilidades e reduzir a tolerância mútua.