Atriz Carol Garcia chama a atenção ao falar o que tem em comum com Elize Matsunaga: ‘eu também…’

Atriz da série Tremembé falou sobre ponto de ligação entre ela e Elize Matsunaga.

PUBLICIDADE

Na série Tremembé, do Prime Video, a atriz Carol Garcia dá vida a Elize Matsunaga, uma das presas mais conhecidas do sistema prisional brasileiro. A trama mostra a relação da detenta com Sandrão, vivida por Letícia Rodrigues, e também aborda o triângulo amoroso envolvendo Suzane von Richthofen, interpretada por Marina Ruy Barbosa.

A produção retrata com realismo o ambiente dentro da penitenciária e as conexões entre as mulheres que chocaram o país. Um dos momentos mais intensos da série é a reconstituição do crime cometido por Elize. Para dar veracidade à cena, Carol precisou estudar técnicas reais de açougue. A preparação foi fundamental para que a atriz conseguisse retratar a personagem com autenticidade e profundidade emocional.

PUBLICIDADE

Enquete BBB26

Quem deve ganhar? Vote agora.

Votar na enquete

Atriz fala sobre ponto de identificação com Elize

Em entrevista ao portal Splash, do UOL, Carol revelou que encontrou pontos de identificação com a história real de Elize, especialmente no tema da violência doméstica. “Eu também vivi violência, mas eu não retribuí isso a ninguém com mais violência”, afirmou. Segundo ela, a empatia com a personagem nasce do reconhecimento da dor, mas a diferença está em como cada mulher lida com o trauma.

A artista refletiu ainda sobre o desafio de interpretar uma figura tão controversa, afirmando que o papel exigiu equilíbrio entre o humano e o monstruoso. Para Carol, Elize é uma mulher complexa, que mistura vulnerabilidade e brutalidade, o que torna o papel especialmente desafiador. A atriz destacou que o objetivo da série não é justificar crimes, mas promover um olhar mais profundo sobre as motivações humanas.

Série Tremembé

Tremembé, criada por Vera Egito e escrita em parceria com Ullisses Campbell, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio, tem sido elogiada por sua abordagem corajosa e realista. O enredo, baseado em fatos reais, explora o limite entre culpa e redenção e traz à tona discussões sobre o sistema prisional, a condição feminina e o impacto da violência no Brasil.