César Tralli e Renata começam JN com notícia urgente sobre Jair Bolsonaro: ‘a decisão foi…’

Esta foi a primeira notícia destacada na escalada do Jornal Nacional desta sexta-feira (7).

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César Tralli e Renata Vasconcellos apresentaram o Jornal Nacional desta sexta-feira (7). O telejornal da Globo levou ao ar as notícias mais importantes do Brasil e do mundo. Logo depois do tradicional “boa noite”, na escalada de notícias, os âncoras do JN deram notícia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal mantém a condenação de Jair Bolsonaro e de outros seis réus da trama golpista”, anunciou Renata Vasconcellos. “A decisão foi unânime”, informou César Tralli para os telespectadores.

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Detalhes da decisão do STF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou por unanimidade, nesta sexta-feira (7), os recursos apresentados pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, confirmando a condenação de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O julgamento ocorre no plenário virtual, onde os ministros depositam seus votos de forma eletrônica.

Embora o resultado já esteja definido, a prisão de Bolsonaro não será imediata. Segundo o cronograma da Corte, o julgamento só será oficialmente concluído após o término do prazo do plenário virtual, previsto para a sexta-feira (14). Nesse período, os ministros ainda podem alterar seus votos.

Julgamento de recurso de Bolsonaro e outros réus

Participaram do julgamento os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, todos contrários ao recurso da defesa. Luiz Fux, que havia votado pela absolvição no julgamento principal, não participou desta etapa, pois passou a integrar a Segunda Turma do STF.

Com os embargos de declaração negados, a defesa ainda pode tentar apresentar embargos infringentes, recurso que poderia reavaliar o mérito da sentença. No entanto, esse tipo de recurso só é aceito quando há dois votos pela absolvição, o que não ocorreu neste caso. Caso o relator considere o pedido protelatório, a prisão poderá ser decretada antes da análise dos novos embargos.