Em uma tentativa de acalmar os fãs, a equipe de redes sociais do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, publicou uma carta aberta escrita por ele. O artista, que está detido há quase um mês, enfrenta acusações de diversos crimes, incluindo associação e tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.
“CARTA ABERTA DE ORUAM PARA TODOS OS FÃS. Família, já são 25 dias longe de vocês, vivendo uma fase difícil que não desejo pra ninguém. Mas sigo firme, com a certeza de que tanto a justiça dos homens quanto a justiça de Deus irão prevalecer. Não perco minha alegria, porque sei que essa perseguição tem um fim. Minha fé me sustenta, e minhas orações são constantes, pela minha família, por cada um de vocês que sempre estiveram comigo e também por aqueles que me perseguem”, começou o cantor.
Oruam fez pedido aos fãs
Oruam pediu que seus seguidores continuem a orar por ele, afirmando que a energia e o apoio deles chegam até ele e o fortalecem diariamente. Ele garantiu a todos que está bem, com a cabeça erguida e o coração cheio de esperança, mantendo o sorriso e a convicção de que a verdade prevalecerá. O rapper também prometeu ser mais presente na vida de seus fãs, mesmo em meio ao caos, e reconheceu que tudo o que ele tem e conquistou é graças a eles.

Relembre o motivo da prisão
No caso do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, e de Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, a juíza Tula Correa de Mello, do III Tribunal do Júri da Comarca da Capital, aceitou a acusação do Ministério Público por tentativa de homicídio qualificado. A acusação é baseada em um incidente no dia 22 de julho, no Rio de Janeiro.
Os dois são acusados de tentar matar o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, da Polícia Civil, durante uma operação de busca e apreensão na casa de Oruam, no Joá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O mandado buscava um adolescente suspeito de tráfico de drogas.
De acordo com a decisão judicial, a ação dos acusados provocou uma grande comoção social e uma inversão perigosa de valores, prejudicando o trabalho da segurança pública. No episódio, Oruam e sete outras pessoas teriam atirado pedras grandes contra os policiais.
